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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Ano Novo violento em Bragança
A madrugada do dia 1 de Janeiro revelou-se uma das mais violentas dos últimos tempos.
Só na Unidade Hospitalar de Bragança houve 5 entradas por agressão, tendo dois cidadãos apresentado queixa por agressão, segundo informações do comandante da PSP, Amílcar Correia.
O primeiro, César Alves, foi atacado por um grupo de jovens num espaço de diversão nocturna da cidade, onde entrou acompanhado por familiares. “Pedi um copo, fui dar uma volta e fiquei no varandim a olhar para baixo. Estavam ali 4 miúdas à frente e uns rapazes atrás. Só me lembro de levar um pontapé e um murro no olho e não me lembro de mais nada”, garante, acrescentando que não provocou ninguém.
O segundo caso, mais grave, aconteceu nas imediações do mesmo estabelecimento. A vítima, Márcio Coutinho, teve um traumatismo craniano, vários hematomas no corpo e na cabeça, a par de um braço dilacerado. Saiu do Hospital de Bragança às 18 horas de 1 de Janeiro, após ter assinado um termo de responsabilidade.
O irmão da vítima, Bruno Coutinho, relata os momentos da agressão. “Estava dentro da discoteca e quando cheguei lá fora vi um segurança a dar socos na cara do meu irmão”, revela Bruno, que também chegou a ser agredido. “Depois apareceram vários indivíduos de raça negra a agredirem-no com garrafas na cabeça, nas mãos, em todo lado. Limitei-me a agarrar o meu irmão, a tentar tapar todos os ângulos para que não fosse agredido e a levá-las eu por ele”, acrescenta o jovem de 27 anos. O caso seguirá, agora para Tribunal.
Na Rua do Loreto houve três viaturas danificadas na madrugada da passagem, ao passo que a Casinha do Pai Natal, na Praça da Sé, também não escapou aos actos de vandalismo.
Só na Unidade Hospitalar de Bragança houve 5 entradas por agressão, tendo dois cidadãos apresentado queixa por agressão, segundo informações do comandante da PSP, Amílcar Correia.
O primeiro, César Alves, foi atacado por um grupo de jovens num espaço de diversão nocturna da cidade, onde entrou acompanhado por familiares. “Pedi um copo, fui dar uma volta e fiquei no varandim a olhar para baixo. Estavam ali 4 miúdas à frente e uns rapazes atrás. Só me lembro de levar um pontapé e um murro no olho e não me lembro de mais nada”, garante, acrescentando que não provocou ninguém.
O segundo caso, mais grave, aconteceu nas imediações do mesmo estabelecimento. A vítima, Márcio Coutinho, teve um traumatismo craniano, vários hematomas no corpo e na cabeça, a par de um braço dilacerado. Saiu do Hospital de Bragança às 18 horas de 1 de Janeiro, após ter assinado um termo de responsabilidade.
O irmão da vítima, Bruno Coutinho, relata os momentos da agressão. “Estava dentro da discoteca e quando cheguei lá fora vi um segurança a dar socos na cara do meu irmão”, revela Bruno, que também chegou a ser agredido. “Depois apareceram vários indivíduos de raça negra a agredirem-no com garrafas na cabeça, nas mãos, em todo lado. Limitei-me a agarrar o meu irmão, a tentar tapar todos os ângulos para que não fosse agredido e a levá-las eu por ele”, acrescenta o jovem de 27 anos. O caso seguirá, agora para Tribunal.
Na Rua do Loreto houve três viaturas danificadas na madrugada da passagem, ao passo que a Casinha do Pai Natal, na Praça da Sé, também não escapou aos actos de vandalismo.
Por: Bruno Mateus Filena
Jornal Nordeste.
Rapazes de Babe mantêm tradição dos Reis
Entre o Natal e os Reis há festas quase ‘no stop’ na freguesia de Babe, constituída pelas aldeias de Babe e Laviados, no concelho de Bragança. São duas semanas em que todos os caminhos vão dar à Alta Lombada.
A freguesia é transformada num verdadeiro ponto de encontro de emigrantes e migrantes que regressam de férias por esta altura, mas também de habitantes de Bragança e de aldeias vizinhas. “Animação não falta, para todos os gostos e idades”, promete o presidente da Junta, Alberto Pais.
As festividades terminam este sábado, 8 de Janeiro, Dia de Reis com a Festa dos Rapazes, altura em que serão nomeados os mordomos de 2012, pois a organização deste evento já esteve a cargo dos mordomos de 2011, escolhidos no Natal. Nesse dia serão ainda leiloadas as roscas oferecidas pelas mordomas, cuja receita apurada reverte a favor da igreja.
Normalmente a disputa pela compra dos bolos anima o dia após a missa, garante a população. São 25 os mancebos que este ano vão entoar os velhos cânticos das Janeiras.
Nas duas localidades, Babe, sede de freguesia, e Laviados, uma aldeia anexa, no espaço de duas semanas realizam-se nove festas.
As festividades tradicionais começaram em Laviados, nos dias 23 e 24, com a Festas dos Rapazes, que em Babe decorreram a 25 e 26. Depois disso decorre, em Babe, a Festas dos Casados, a 30, que começou a ser realizada há cerca de uma década, de alguma forma é uma resposta ao saudosismo da mocidade e da vida de solteiro, pois a maioria dos intervenientes já antes entrou nas Festas dos Rapazes. Esta actividade junta habitualmente entre 80 a 90 homens em torno de uma grande mesa.
No espaço de duas semanas realizam-se nove festas
na freguesia
As jovens da freguesia fazem assim a sua despedida do ano velho e entra no ano novo com a Festas das Raparigas, nos dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro. “Uma inovação que surgiu como uma demonstração da emancipação da mulher”, acredita o autarca.
Todas estas festas têm um aspecto em comum, promovem o convívio entre pares, em volta de uma mesa farta, em que a carne de vitela faz parte do menu, tal como outras iguarias.
São, porém, as Festas dos Rapazes as mais tradicionais. A sua origem está oculta nas brumas da memória, “sendo consideradas milenares”, explicou Alberto Pais.
Destinadas aos homens solteiros, que fazem rondas pela aldeia ostentando bandeiras. A jornada inicia-se cedo com as alvoradas, onde o juiz e o meirinho fazem a chamada e quem não aparece é multado, prossegue com as rondas, animada pelos sons da gaita-de- foles, e os banquetes preparados pelos rancheiros. São 48 horas intensas, em que antigamente era proibido dormir. “As festas de inverno são mais significativas, mais carismáticas e típicas desta zona”, frisou o autarca.
Glória Lopes
Jornal Nordeste
A freguesia é transformada num verdadeiro ponto de encontro de emigrantes e migrantes que regressam de férias por esta altura, mas também de habitantes de Bragança e de aldeias vizinhas. “Animação não falta, para todos os gostos e idades”, promete o presidente da Junta, Alberto Pais.
As festividades terminam este sábado, 8 de Janeiro, Dia de Reis com a Festa dos Rapazes, altura em que serão nomeados os mordomos de 2012, pois a organização deste evento já esteve a cargo dos mordomos de 2011, escolhidos no Natal. Nesse dia serão ainda leiloadas as roscas oferecidas pelas mordomas, cuja receita apurada reverte a favor da igreja.
Normalmente a disputa pela compra dos bolos anima o dia após a missa, garante a população. São 25 os mancebos que este ano vão entoar os velhos cânticos das Janeiras.
Nas duas localidades, Babe, sede de freguesia, e Laviados, uma aldeia anexa, no espaço de duas semanas realizam-se nove festas.
As festividades tradicionais começaram em Laviados, nos dias 23 e 24, com a Festas dos Rapazes, que em Babe decorreram a 25 e 26. Depois disso decorre, em Babe, a Festas dos Casados, a 30, que começou a ser realizada há cerca de uma década, de alguma forma é uma resposta ao saudosismo da mocidade e da vida de solteiro, pois a maioria dos intervenientes já antes entrou nas Festas dos Rapazes. Esta actividade junta habitualmente entre 80 a 90 homens em torno de uma grande mesa.
No espaço de duas semanas realizam-se nove festas
na freguesia
As jovens da freguesia fazem assim a sua despedida do ano velho e entra no ano novo com a Festas das Raparigas, nos dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro. “Uma inovação que surgiu como uma demonstração da emancipação da mulher”, acredita o autarca.
Todas estas festas têm um aspecto em comum, promovem o convívio entre pares, em volta de uma mesa farta, em que a carne de vitela faz parte do menu, tal como outras iguarias.
São, porém, as Festas dos Rapazes as mais tradicionais. A sua origem está oculta nas brumas da memória, “sendo consideradas milenares”, explicou Alberto Pais.
Destinadas aos homens solteiros, que fazem rondas pela aldeia ostentando bandeiras. A jornada inicia-se cedo com as alvoradas, onde o juiz e o meirinho fazem a chamada e quem não aparece é multado, prossegue com as rondas, animada pelos sons da gaita-de- foles, e os banquetes preparados pelos rancheiros. São 48 horas intensas, em que antigamente era proibido dormir. “As festas de inverno são mais significativas, mais carismáticas e típicas desta zona”, frisou o autarca.
Glória Lopes
Jornal Nordeste
Brigantino continua desaparecido na Madeira
Na madrugada do dia 20 de Dezembro, Óscar Quintas, natural de Bragança, desapareceu na ilha da Madeira. No dia seguinte, pelas 10:30, seria suposto embarcar no avião que o traria de volta a casa, para passar o Natal com a família.
O carro do professor de Inglês, a leccionar na Escola do Lombo dos Aguiares, no Funchal, foi encontrado abandonado na manhã de segunda-feira na Ribeira Grande.
O facto de estar bem próximo de um local onde ocorreu, nessa noite, o desabamento de uma estrada e de se encontrar com a chave na ignição, porta do condutor aberta e faróis acesos, são duas peças de um puzzle que adensam o mistério.
Presume-se que o docente de 34 anos tenha sido arrastado pelas enxurradas provocadas pela forte intempérie que se abateu sobre a ilha. “A tese mais forte, até ao momento, é que o meu irmão possa ter sido levado pela enxurrada, devido ao desabamento da estrada. O único bocado que resistiu era onde estava o carro, intacto”, conta Bruno Quinta, irmão do professor desaparecido.
Investigação tem prosseguido
sob a alçada da Polícia Judiciária
A investigação tem prosseguido sob a alçada da Polícia Judiciária e as buscas continuam, mas, devido ao mau tempo, tiveram que ser interrompidas por diversas vezes. Informações e pistas que possam levar ao seu paradeiro ou esclarecer o seu desaparecimento têm sido escassas ou quase inexistentes. “Estamos na mesma incerteza do dia 20. Estamos no mesmo ponto de partida. Sem notícias nenhumas, nem dados novos que apontem algo concreto”, desvenda o familiar.
A esperança mantem-se, mas a desilusão também está bem presente. “É essa esperança que me atormenta a mim e à minha família. É estar a levantar-me todos os dias com a ideia que vai surgir algo novo e deitar-me com essa mesma esperança. Mas, a cada minuto que passa, é mais improvável que isso aconteça”, confessa.
O militar deslocou-se hoje à ilha, na busca de respostas. “Tenho de estar no terreno e ver com os meus próprios olhos. Eu sei que é assustador, mas quero procurar sentir aquilo que realmente se passou”, confidencia.
O carro do professor de Inglês, a leccionar na Escola do Lombo dos Aguiares, no Funchal, foi encontrado abandonado na manhã de segunda-feira na Ribeira Grande.
O facto de estar bem próximo de um local onde ocorreu, nessa noite, o desabamento de uma estrada e de se encontrar com a chave na ignição, porta do condutor aberta e faróis acesos, são duas peças de um puzzle que adensam o mistério.
Presume-se que o docente de 34 anos tenha sido arrastado pelas enxurradas provocadas pela forte intempérie que se abateu sobre a ilha. “A tese mais forte, até ao momento, é que o meu irmão possa ter sido levado pela enxurrada, devido ao desabamento da estrada. O único bocado que resistiu era onde estava o carro, intacto”, conta Bruno Quinta, irmão do professor desaparecido.
Investigação tem prosseguido
sob a alçada da Polícia Judiciária
A investigação tem prosseguido sob a alçada da Polícia Judiciária e as buscas continuam, mas, devido ao mau tempo, tiveram que ser interrompidas por diversas vezes. Informações e pistas que possam levar ao seu paradeiro ou esclarecer o seu desaparecimento têm sido escassas ou quase inexistentes. “Estamos na mesma incerteza do dia 20. Estamos no mesmo ponto de partida. Sem notícias nenhumas, nem dados novos que apontem algo concreto”, desvenda o familiar.
A esperança mantem-se, mas a desilusão também está bem presente. “É essa esperança que me atormenta a mim e à minha família. É estar a levantar-me todos os dias com a ideia que vai surgir algo novo e deitar-me com essa mesma esperança. Mas, a cada minuto que passa, é mais improvável que isso aconteça”, confessa.
O militar deslocou-se hoje à ilha, na busca de respostas. “Tenho de estar no terreno e ver com os meus próprios olhos. Eu sei que é assustador, mas quero procurar sentir aquilo que realmente se passou”, confidencia.
Por: Bruno Mateus Filena
Jornal Nordeste
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Boas entradas e um grande 2011 para todos
Boas entradas e um grande 2011 e o que eu desejo para todos os visitantes deste blog e em geral , claro.
Vamos ultrapassar os desafios e ter um futuro melhor do que alguns profetas das desgraça prevêem.
Ate la só vos peço que ajudeis este blog a crescer mais , divulgando-o, e dizendo a todos os/as amigos que por aqui passam as noticias do concelho de Vinhais, Moimenta e da região, actualizadas quase diariamente.
PS: O lar da Moimenta esta acabado e pronto a abrir, só não sei a data ainda.
Grande 2011 para todos/as.
Manuel João Neto Carneiro
(admin)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Estrada entre Bragança e Vinhais já tem estudo de impacto ambiental e vai custar 50 milhões de euros
Mais de um ano depois de prometida pelo Governo, uma nova estrada entre Bragança e Vinhais poderá avançar no próximo ano.
Américo Pereira, presidente da Câmara de Vinhais, assume que o estudo de impacto ambiental já está concluído.
"Neste momento, está feito o estudo de impacto ambiental e estamos no processo de escolha entre os três corredores. Ainda não tenho conhecimento do plano de investimento da Estradas de Portugal mas espero que esta estrada seja contemplada. Faz falta e tem de ser feita."
Américo Pereira revela que já está agendada uma reunião com a autarquia de Vinhais para definir qual dos três traçados propostos será o escolhido.
"Foi marcada uma reunião com a câmara para, conjuntamente com o Instituto de Conservação da Natureza e com o ministério das Obras Públicas definirmos o traçado. Sei que no conjunto vai custar cerca de 50 milhões de euros. Os traçados são todos equilibrados. Tem troços separados da estrada actual e outros que se confundem", adianta o presidente da câmara de Vinhais.
O assunto foi levantado pelo deputado do PSD, Adão Silva, que endereçou duas perguntas ao ministro das Obras Públicas.
"Sabemos que o secretário de Estado das Obras Públicas prometeu, há um ano, que iria ser feito o estudo prévio e depois a nova estrada. É uma promessa oportuna, porque Vinhais fica longe dos grandes eixos rodoviários do distrito e não nos parece que deva ser marginalizada. Por isso, queremos saber se a promessa se cumpre e qual o calendário das obras."
O deputado laranja considera que esta via é fundamental para desencravar o coração do distrito de Bragança.
"É muito importante que se realize porque não podemos quantificar os investimentos com haver muita ou pouca gente. A população do concelho de Vinhais são cerca de 11 ou 12 mil pessoas mas o importante é que não haja injustiça. Os de Vinhais são tão importantes quanto os de Macedo ou Mirandela."
A obra deverá custar cerca de 50 milhões de euros.
O assunto foi levantado pelo deputado do PSD, Adão Silva, que endereçou duas perguntas ao ministro das Obras Públicas.
"Sabemos que o secretário de Estado das Obras Públicas prometeu, há um ano, que iria ser feito o estudo prévio e depois a nova estrada. É uma promessa oportuna, porque Vinhais fica longe dos grandes eixos rodoviários do distrito e não nos parece que deva ser marginalizada. Por isso, queremos saber se a promessa se cumpre e qual o calendário das obras."
O deputado laranja considera que esta via é fundamental para desencravar o coração do distrito de Bragança.
"É muito importante que se realize porque não podemos quantificar os investimentos com haver muita ou pouca gente. A população do concelho de Vinhais são cerca de 11 ou 12 mil pessoas mas o importante é que não haja injustiça. Os de Vinhais são tão importantes quanto os de Macedo ou Mirandela."
A obra deverá custar cerca de 50 milhões de euros.
Escrito por Brigantia
Professor de Bragança está desaparecido na Madeira
Está desaparecido desde a madrugada de segunda-feira,dia 20 de Dezembro, na Madeira, um professor de inglês natural de Bragança.
O carro de Óscar Quintas foi encontrado de portas abertas junto a uma das estradas afectadas pela enxurrada do passado fim-de-semana, e ainda com as chaves na ignição.
As autoridades suspeitam que tenha sido arrastado pela enxurrada.
Os colegas da escola em Lombo de Aguiares estranharam a sua ausência numa reunião marcada para segunda-feira e deram o alerta.
Óscar Quintas, de 34 anos, está desaparecido desde essa altura.
A família, em Bragança, desespera com falta de notícias.
“Não temos respostas em concreto, apenas estamos atentos às poucas noticias que vêem da Madeira. Houve apenas um último contacto com a minha mãe no domingo, pelas 17 horas, e com um amigo professor, entre as 18 e as 19 horas. Nem a própria polícia nos dá informações concretas, sabemos apenas que estão a trabalhar no assunto”, contou à Brigantia o irmão, Bruno Quintas, que acrescenta que o professor já tinha viagem marcada para regressar a Bragança nas férias do Natal.
“Tinha bilhete para embarcar na terça-feira. Contactei o aeroporto para ver se o check in tinha sido feito, mas não”, sublinha Bruno Quintas. Emocionado, diz que, desta vez, para a família “o Natal não existe”.
Ao que foi possível apurar, a PSP e a protecção civil municipal já efectuaram buscas no local mas, até ao momento, não conseguiram encontrar o professor natural de Bragança.
Escrito por Brigantia
Agasalho para todos em Bragança
No âmbito da campanha “Inverno Solidário – Agasalho para Todos”, a Câmara Municipal de Bragança (CMB) entregou 120 cobertores e edredões a algumas famílias mais carenciadas.
A distribuição aconteceu na quarta-feira passada, no Centro Social e Paroquial do Santo Condestável e beneficiou, também, algumas Instituições Particulares de Solidariedade Social.
No entanto, as necessidades inventariadas são, de acordo com o presidente da autarquia brigantina, Jorge Nunes, “algo superiores”. “Há 140 famílias sinalizadas, sendo necessários 270 cobertores ou edredões, agasalhos para as famílias. O que significa que iremos prosseguir com esta campanha até final de Janeiro”, informou o autarca.
Maria Fernandes está desempregada, tal como o marido, mostrou-se agradecida pela oferta de três edredões que lhe suprimirão algumas carências nesta quadra festiva. “Tenho dois filhos e faziam-me muita falta, senão também não vinha cá. Chegam-me porque eu só tenho três camas. Agora, não tinha possibilidade de os comprar”, admitiu.
Recorde-se a aquisição dos edredões agora distribuídos resulta da bilheteira de uma espectáculo solidário que decorreu recentemente no Teatro Municipal de Bragança.
A distribuição aconteceu na quarta-feira passada, no Centro Social e Paroquial do Santo Condestável e beneficiou, também, algumas Instituições Particulares de Solidariedade Social.
No entanto, as necessidades inventariadas são, de acordo com o presidente da autarquia brigantina, Jorge Nunes, “algo superiores”. “Há 140 famílias sinalizadas, sendo necessários 270 cobertores ou edredões, agasalhos para as famílias. O que significa que iremos prosseguir com esta campanha até final de Janeiro”, informou o autarca.
Maria Fernandes está desempregada, tal como o marido, mostrou-se agradecida pela oferta de três edredões que lhe suprimirão algumas carências nesta quadra festiva. “Tenho dois filhos e faziam-me muita falta, senão também não vinha cá. Chegam-me porque eu só tenho três camas. Agora, não tinha possibilidade de os comprar”, admitiu.
Recorde-se a aquisição dos edredões agora distribuídos resulta da bilheteira de uma espectáculo solidário que decorreu recentemente no Teatro Municipal de Bragança.
Por: Bruno Mateus Filena
Jornal Nordeste
Homem baleado no centro de Macedo de Cavaleiros
Um indivíduo disparou dois tiros sobre outro e pôs-se em fuga
Um homem foi baleado com dois tiros em pelo centro da cidade de Macedo de Cavaleiros, cerca da meia-noite do passado Domingo.
A tentativa de homicídio ocorreu nas proximidades do quartel dos bombeiros. Segundo uma fonte da GNR, um indivíduo, de 42 anos, segurança, natural de Bragança, foi baleado por outro homem, que se presume tenha fugido imediatamente.
A vítima foi transportada para a urgência de Macedo de Cavaleiros por outros indivíduos, da zona de Mirandela, mas acabou por transferida para a unidade hospitalar de Bragança, onde foi submetida a uma intervenção cirurgia, encontrando-se livre de perigo.
O atirador pôs-se em fuga, mas a GNR identificou duas testemunhas que já foram interrogadas pela Policia Judiciária. Até ao momento não houve qualquer detenção relacionada com este caso. “A pessoa atingida é residente em Macedo, mas para já não se conhece a identidade do atirador”, adiantou uma fonte do comando da GNR de Bragança.
As razões que estarão por trás do crime ainda não são conhecidas, mas apontam-se desavenças anteriores entre os dois indivíduos.
O caso foi entregue à Polícia Judiciária que já esteve no local.
Fonte Jornal Nordeste
Um homem foi baleado com dois tiros em pelo centro da cidade de Macedo de Cavaleiros, cerca da meia-noite do passado Domingo.
A tentativa de homicídio ocorreu nas proximidades do quartel dos bombeiros. Segundo uma fonte da GNR, um indivíduo, de 42 anos, segurança, natural de Bragança, foi baleado por outro homem, que se presume tenha fugido imediatamente.
A vítima foi transportada para a urgência de Macedo de Cavaleiros por outros indivíduos, da zona de Mirandela, mas acabou por transferida para a unidade hospitalar de Bragança, onde foi submetida a uma intervenção cirurgia, encontrando-se livre de perigo.
O atirador pôs-se em fuga, mas a GNR identificou duas testemunhas que já foram interrogadas pela Policia Judiciária. Até ao momento não houve qualquer detenção relacionada com este caso. “A pessoa atingida é residente em Macedo, mas para já não se conhece a identidade do atirador”, adiantou uma fonte do comando da GNR de Bragança.
As razões que estarão por trás do crime ainda não são conhecidas, mas apontam-se desavenças anteriores entre os dois indivíduos.
O caso foi entregue à Polícia Judiciária que já esteve no local.
Fonte Jornal Nordeste
IC5 pronto em 2011
Desde a passada quarta-feira, 22, que está aberto ao tráfego o troço do IC5 entre Murça-Alijó/Carlão, numa extensão de sete quilómetros.
Com um investimento de 16,3 milhões de euros, este é o primeiro troço da via que, no futuro, ligará Murça a Miranda do Douro, cruzando vários concelhos dos distritos de Bragança e Vila Real.
A inauguração oficial teve lugar na quarta-feira, e contou com a presença de vários membros do Governo, nomeadamente o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, do secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, e ainda do ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.
Integrada na concessão do Douro Interior, a construção deste sublanço teve início há cerca de um ano. Segundo António Mendonça “contribuirá para o desenvolvimento social e económico da região”.
O autarca de Alijó corrobora desta mensagem, adiantando que “já há resultados concretos”. Na última semana várias empresas do sector dos vinhos procuraram a Câmara de Alijó, porque estão a prever a sua instalação no concelho, com novos investimentos.
Lanço do IP2, entre Trancoso e Celorico da Beira, abriu ao tráfego no passado dia 20 de Dezembro
O IC5 irá articular na zona de Vila Flor com o IP2, entre Bragança e a A25, aproximando assim todos os concelhos do Nordeste Transmontano. Os restantes troços serão inaugurados até ao final de 2011.
O primeiro lanço do IP2 no distrito da Guarda, entre Trancoso e Celorico da Beira, igualmente integrado na Concessão do Douro Interior, abriu ao tráfego no passado dia 20 de Dezembro. As obras da concessão envolvem 201 empresas, e já criaram mais de 7500 postos de trabalho directos. O IP2 tem uma extensão de 272 quilómetros, dos quais 261 são construção nova.
O ministro das Obras Públicas, garantiu que vão cumprir os prazos e custos da concessão. Atrasado nove meses está o Túnel do Marão, na A4, derivado de um processo em tribunal “que determinou a suspensão das obras duas vezes”, justificou Paulo Campos.
Fonte:GL
Jornal Nordeste
Com um investimento de 16,3 milhões de euros, este é o primeiro troço da via que, no futuro, ligará Murça a Miranda do Douro, cruzando vários concelhos dos distritos de Bragança e Vila Real.
A inauguração oficial teve lugar na quarta-feira, e contou com a presença de vários membros do Governo, nomeadamente o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, do secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, e ainda do ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.
Integrada na concessão do Douro Interior, a construção deste sublanço teve início há cerca de um ano. Segundo António Mendonça “contribuirá para o desenvolvimento social e económico da região”.
O autarca de Alijó corrobora desta mensagem, adiantando que “já há resultados concretos”. Na última semana várias empresas do sector dos vinhos procuraram a Câmara de Alijó, porque estão a prever a sua instalação no concelho, com novos investimentos.
Lanço do IP2, entre Trancoso e Celorico da Beira, abriu ao tráfego no passado dia 20 de Dezembro
O IC5 irá articular na zona de Vila Flor com o IP2, entre Bragança e a A25, aproximando assim todos os concelhos do Nordeste Transmontano. Os restantes troços serão inaugurados até ao final de 2011.
O primeiro lanço do IP2 no distrito da Guarda, entre Trancoso e Celorico da Beira, igualmente integrado na Concessão do Douro Interior, abriu ao tráfego no passado dia 20 de Dezembro. As obras da concessão envolvem 201 empresas, e já criaram mais de 7500 postos de trabalho directos. O IP2 tem uma extensão de 272 quilómetros, dos quais 261 são construção nova.
O ministro das Obras Públicas, garantiu que vão cumprir os prazos e custos da concessão. Atrasado nove meses está o Túnel do Marão, na A4, derivado de um processo em tribunal “que determinou a suspensão das obras duas vezes”, justificou Paulo Campos.
Fonte:GL
Jornal Nordeste
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Natal e Boas Festas aos visitantes deste blog e obrigado pelas visitas
Um Feliz Natal e Boas Festas e o que eu desejo a todos-as visitantes deste blog e espero que o ano que se aproxima, apesar do momento critico em que estamos, seja o melhor possível para todos.
Agradeço a quem visita o blog e peço que o divulguem cada vez mais.
Um muito obrigado e Festas Felizes ..........
Manuel João Neto Carneiro
(administrador do blog)
Agradeço a quem visita o blog e peço que o divulguem cada vez mais.
Um muito obrigado e Festas Felizes ..........
Manuel João Neto Carneiro
(administrador do blog)
ACISB, IPB e diversas escolas protagonizaram um dos maiores momentos de Natal jamais vistos na cidade de Bragança
Natal de impacto em Bragança
O 2º Desfile de Pais Natal Solidário de Bragança começou por volta das 14 horas, tendo arrancado do Centro Académico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Na procissão encarnada participaram cerca de duas centenas e meia de estudantes e ao todo conseguiu-se angariar meia tonelada de alimentos. Para o evento de quarta-feira, os alunos do Politécnico puderam adquirir o fato de pai natal na Associação Académica do IPB (AAIPB,) trocando-o por um bem alimentar. Os bens reunidos reverterão, à posteriori, a favor de instituições de solidariedade social da cidade.
“O número de fatos que demos não corresponde ao número de Pais Natal no desfile. Como era uma iniciativa solidária, houve muitos alunos que nos foram deixar os bens alimentares, mas houve alguns que não quiseram fatos e outros que sim, mas não puderam vir”, afirmou o presidente da AAIPB, Rui Sousa. De acordo com o responsável, foram entregues quase 500 fatos.
Mas, à saída do Politécnico, o número de Pais Natal seria inferior a três centenas. “Como era um dia de aulas normal, isto porque não havia dispensas, nós sabíamos que iria haver muita gente que não poderia estar presente”, adiantou, mostrando-se, no entanto, satisfeito pelo resultado final.
Apesar do apelo dos estudantes às instituições da cidade, pedindo a sua participação, só o Centro Social Paroquial dos Santos Mártires é que respondeu afirmativamente. “Vamos ser nós a escolher a quem vamos dar os alimentos, já que quase ninguém participou. Tínhamos dito na comunicação social aquilo que iríamos fazer, estávamos à espera que alguém nos contactasse, mas isso não aconteceu e vamos ser nós a decidir, novamente, a quem entregar os bens”, lamentou Rui Sousa, revelando que, para além dos Santos Mártires, os alimentos serão distribuídos por mais duas instituições.
Uma das novidades, para além da parceria IPB – Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), foi a inclusão da Escola Secundária Emídio Garcia e de outras escolas do ensino básico no desfile ao longo do percurso. A Praça da Sé serviu de ponto de encontro a todos os participantes, onde se reuniram por volta das 16 horas. As crianças eram as mais entusiásticas, pois aguardavam a chegada do Pai Natal que viria com surpresas no comboio cedido pela Junta de Freguesia da Sé.
Nos sacos reservados às crianças vinham vários brindes, entre jogos, balões, rebuçados, esferográficas e lápis de cor, mas que não foram suficientes para todas. “Lamentavelmente, não tivemos prendas para todos porque confirmaram-nos que viriam cerca de 300 crianças e de certeza que estão mais ou, então, alguém levou mais sacos do que devia. Mas já estamos a dizer às professoras que vamos ainda hoje deixar os sacos de brindes nas escolas”, admitiu a secretária geral da ACISB, Anabela Anjos.
Toda a logística e mesmo as personagens que encantaram os mais novos, o Pai Natal, os duendes, a rena e o boneco de neve, foram da responsabilidade da empresa brigantina Animalogia. A ACISB distribui ainda 30 vales de desconto a cada aluno do IPB para serem utilizados no comércio tradicional de Bragança.
O 2º Desfile de Pais Natal Solidário de Bragança começou por volta das 14 horas, tendo arrancado do Centro Académico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Na procissão encarnada participaram cerca de duas centenas e meia de estudantes e ao todo conseguiu-se angariar meia tonelada de alimentos. Para o evento de quarta-feira, os alunos do Politécnico puderam adquirir o fato de pai natal na Associação Académica do IPB (AAIPB,) trocando-o por um bem alimentar. Os bens reunidos reverterão, à posteriori, a favor de instituições de solidariedade social da cidade.
“O número de fatos que demos não corresponde ao número de Pais Natal no desfile. Como era uma iniciativa solidária, houve muitos alunos que nos foram deixar os bens alimentares, mas houve alguns que não quiseram fatos e outros que sim, mas não puderam vir”, afirmou o presidente da AAIPB, Rui Sousa. De acordo com o responsável, foram entregues quase 500 fatos.
Mas, à saída do Politécnico, o número de Pais Natal seria inferior a três centenas. “Como era um dia de aulas normal, isto porque não havia dispensas, nós sabíamos que iria haver muita gente que não poderia estar presente”, adiantou, mostrando-se, no entanto, satisfeito pelo resultado final.
Apesar do apelo dos estudantes às instituições da cidade, pedindo a sua participação, só o Centro Social Paroquial dos Santos Mártires é que respondeu afirmativamente. “Vamos ser nós a escolher a quem vamos dar os alimentos, já que quase ninguém participou. Tínhamos dito na comunicação social aquilo que iríamos fazer, estávamos à espera que alguém nos contactasse, mas isso não aconteceu e vamos ser nós a decidir, novamente, a quem entregar os bens”, lamentou Rui Sousa, revelando que, para além dos Santos Mártires, os alimentos serão distribuídos por mais duas instituições.
Uma das novidades, para além da parceria IPB – Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), foi a inclusão da Escola Secundária Emídio Garcia e de outras escolas do ensino básico no desfile ao longo do percurso. A Praça da Sé serviu de ponto de encontro a todos os participantes, onde se reuniram por volta das 16 horas. As crianças eram as mais entusiásticas, pois aguardavam a chegada do Pai Natal que viria com surpresas no comboio cedido pela Junta de Freguesia da Sé.
Nos sacos reservados às crianças vinham vários brindes, entre jogos, balões, rebuçados, esferográficas e lápis de cor, mas que não foram suficientes para todas. “Lamentavelmente, não tivemos prendas para todos porque confirmaram-nos que viriam cerca de 300 crianças e de certeza que estão mais ou, então, alguém levou mais sacos do que devia. Mas já estamos a dizer às professoras que vamos ainda hoje deixar os sacos de brindes nas escolas”, admitiu a secretária geral da ACISB, Anabela Anjos.
Toda a logística e mesmo as personagens que encantaram os mais novos, o Pai Natal, os duendes, a rena e o boneco de neve, foram da responsabilidade da empresa brigantina Animalogia. A ACISB distribui ainda 30 vales de desconto a cada aluno do IPB para serem utilizados no comércio tradicional de Bragança.
Por: Bruno Mateus Filena
Jornal Nordeste
Crise no comércio tradicional em Bragança neste Natal
A uma semana do Natal, os lojistas queixam-se de quebras nas vendas na ordem dos 50 %
O desânimo e o pessimismo são os sentimentos demonstrados pela maioria dos lojistas de Bragança.
Mesmo com as actividades de animação promovidas pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança (ACISB), e a iluminação instalada pela Câmara, os brigantinos não se sentem estimulados a fazer compras, dizem os comerciantes.
O município investiu 50 mil euros na iluminação natalícia, o mesmo valor de 2009, mas desta vez com um reforço na zona da Braguinha e o alargamento até Vale d’Álvaro, que pela primeira vez tem luzes alusivas à quadra.
A ansiedade é latente. Há quem diga que esta é a pior quadra dos últimos anos e já se fala em catástrofe. “Há uma contenção muito grande. Há muitas notícias sobre a crise, o que alarma a população. É um efeito bola de neve porque se eu não vendo, também não vou comprar”, lamenta Aurora Fernandes, do Pronto-a-Vestir ‘Tozé’.
Nem os descontos, nem as iluminações atraem clientes ao comércio tradicional
No comércio tradicional mantém-se a prática do desconto, ‘uma atençãozinha”, garantem os empresários, que é feito na hora de aquisição. No entanto, o grosso não consegue competir com as lojas franchising, de marcas internacionais, que já iniciaram as promoções em Novembro. “No caso do pequeno comércio os saldos/ promoções fazem-nos perder dinheiro, porque temos de baixar o preço dos artigos. Em alguns casos acabamos por não ter lucro”, justificou Diana Morais, da loja de roupa para criança Jolis Mômes.
G.L.
Fonte:Jornal Nordeste
O desânimo e o pessimismo são os sentimentos demonstrados pela maioria dos lojistas de Bragança.
Mesmo com as actividades de animação promovidas pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança (ACISB), e a iluminação instalada pela Câmara, os brigantinos não se sentem estimulados a fazer compras, dizem os comerciantes.
O município investiu 50 mil euros na iluminação natalícia, o mesmo valor de 2009, mas desta vez com um reforço na zona da Braguinha e o alargamento até Vale d’Álvaro, que pela primeira vez tem luzes alusivas à quadra.
A ansiedade é latente. Há quem diga que esta é a pior quadra dos últimos anos e já se fala em catástrofe. “Há uma contenção muito grande. Há muitas notícias sobre a crise, o que alarma a população. É um efeito bola de neve porque se eu não vendo, também não vou comprar”, lamenta Aurora Fernandes, do Pronto-a-Vestir ‘Tozé’.
Nem os descontos, nem as iluminações atraem clientes ao comércio tradicional
No comércio tradicional mantém-se a prática do desconto, ‘uma atençãozinha”, garantem os empresários, que é feito na hora de aquisição. No entanto, o grosso não consegue competir com as lojas franchising, de marcas internacionais, que já iniciaram as promoções em Novembro. “No caso do pequeno comércio os saldos/ promoções fazem-nos perder dinheiro, porque temos de baixar o preço dos artigos. Em alguns casos acabamos por não ter lucro”, justificou Diana Morais, da loja de roupa para criança Jolis Mômes.
G.L.
Fonte:Jornal Nordeste
Espadanedo, Aldeia Natal
Se a casa do Pai Natal fosse em Portugal, o seu Pólo Norte seria no concelho de Macedo de Cavaleiros
A Casa do Pai Natal, um presépio vivo, cavalos e póneis, um concurso de pinheiros enfeitados, insufláveis, uma enorme fogueira e a gastronomia regional foram, apenas, alguns dos apelativos que levaram centenas de pessoas a Espadanedo, a Aldeia Natal do concelho de Macedo de Cavaleiros.
“Foi impressionante! Durante os últimos 15 dias toda a gente veio ajudar a montar a tenda, a decorar as barracas, a enfeitar os pinheiros. Esta não é uma iniciativa apenas da junta, é uma iniciativa da freguesia”, revelou o presidente da Junta de Freguesia de Espadanedo, Daniel Reis.
A sua esposa, Eduarda Barroso, desvenda a origem do conceito: “era um sonho que ele tinha, há 3 anos, desde o primeiro dia em que fomos à Vila Natal, em Óbidos, que ele desejava fazer o mesmo com o seu povo. Este ano proporcionou-se e dou-lhe todo o meu apoio”.
Presépios enfeitados pelas pessoas da freguesia, havia dois, um na igreja da aldeia e outro ao cimo da feira com animais vivos. Com um duplo propósito, cavalos e póneis fizeram parte das atracções da festa. Além de terem servido para divertimento de crianças e adultos, ajudaram à integração, “bem sucedida”, da comunidade cigana de Espadanedo. “Tivemos a ideia de termos mais algum divertimento para os miúdos e arranjámos póneis e cavalos para eles darem uma voltinha e penso que as pessoas aderiram muito bem. Aproveitámos o facto para integrarmos a comunidade cigana da freguesia, pois são eles que, neste momento, possuem estes animais e penso, sinceramente, que valeu a pena”, referiu.
Concurso envolveu 65 árvores de Natal, enfeitadas por todas as pessoas da aldeia
No sábado, era suposto os Bombos de Ala comparecerem, mas, dado o falecimento de uma senhora na sua aldeia, não o puderam fazer. Valeram os Caretos de Podence que animaram as hostes transmontanas. No domingo, houve dois concertos. O Grupo Coral de Macedo de Cavaleiros e um Grupo de Fados do Instituto Superior de Engenharia do Porto subiram ao palco. Este último veio de tão longe porque há um estudante de Espadanedo que fez questão de trazer os seus colegas daquela instituição.
Outra das valências da feira, foi a representação de mais de 80 por cento dos produtos da freguesia. “Fizemos a matança do porco no dia 27 de Novembro, de forma a termos um bom fumeiro para os nossos visitantes. Esse é um dos nossos lemas: promover os produtos de Espadanedo. Falo do fumeiro, do mel, das castanhas e dos licores”, defendeu o responsável.
Houve, ainda, um concurso que envolveu 65 árvores de Natal enfeitadas por todas as pessoas da aldeia. O pinheiro mais bonito foi galardoado com um prémio simbólico. “Esperamos para o ano ter ainda mais concursos, que mais gente participe, mais freguesias, porque vamos ter mais tempo, também, para organizar as coisas. Este ano, apesar da colaboração da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, ainda tivemos poucas actividades. Mas, nas próximas edições, iremos fazer com que este evento seja muito maior”, prometeu Daniel Reis, que lidera a freguesia há 9 anos
Por: Bruno Mateus Filena
Jornal Nordeste
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Adega do Rabaçal (Rebordelo) lança Reserva - Encostas do Trogão DOC – Tinto 2009
A Adega Cooperativa do Rabaçal (ACR), sedeada em Rebordelo, acaba de colocar no mercado o seu primeiro reserva, sob o rótulo Encostas do Trogão DOC – Tinto 2009.
O lançamento deste lote seleccionado é, apenas, uma das faces mais visíveis da dinâmica que a ACR tem conhecido ao longo da última década, especialmente após a implementação de um programa de modernização que mudou a vida desta estrutura cooperativa.
Se há 5 anos atrás a adega só vendia vinho a granel e em garrafão, sob a marca “Muradal”, a aquisição de uma linha de engarrafamento e rotulagem, associada a uma sonda para medir o grau, mudou toda a lógica de mercado.
Hoje, os garrafões quase fazem parte do passado, pois perderam terreno para o vinho “Poulinho” embalado em “bag in box”, um sistema que conserva o néctar durante várias semanas.
Criada em 1979, a ACR dos dias de hoje comercializa garrafas de Encostas do Trogão e não é à toa que o branco mereceu medalha de prata no último Concurso de Vinhos de Trás-os-Montes, a par de uma Menção Honrosa no concurso nacional, que decorreu em Santarém.
Este é um dos rótulos que tem feito sucesso em muitas das provas onde está presente, nomeadamente na Feira da Castanha de Vinhais, onde os membros do painel de provadores, inclusive do grão-mestre da Confraria dos Gastrónomos e Enófilos de Trás-os-Montes e Alto douro, António Monteiro, mostraram-se surpreendidos com os argumentos deste branco.
Encostas do Trogão Branco mereceu medalha de prata no último Concurso de Vinhos de Trás-os-Montes
Após a compra de um avançado sistema de refrigeração, foi possível entrar em força no mercado dos brancos. “Estão a ter muita aceitação, pelo que queremos expandir os nossos canais de distribuição e levar os nossos vinhos aos mercados dos grandes centros”, salienta Alcides Santos, técnico oficial de contas da ACR.
Com cerca de 800 associados, oriundos dos concelhos de Vinhais, Valpaços, Mirandela e Macedo de Cavaleiros, a ACR recebe 1,5 milhões de quilos de uvas de uma zona de transição entre a Terra Quente e a Terra Fria, que garante um grau surpreendente em todos os néctares que ali são vinificados.
A reconversão da vinha que está em curso e a aposta nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Trincadeira e Tinta Roriz já está a dar os seus frutos ao nível da qualidade do produto final “Temos que apostar na selecção das castas e das uvas, porque se o nosso vinho não tiver qualidade, o consumidor não voltará a comprá-lo”, reconhece o responsável.
Ao nível da promoção, a adega que labora em Rebordelo vive um período de evolução, bem patente na criação de uma imagem institucional que simboliza o vinho e os quatro concelhos produtores. “O sector do vinho é altamente competitivo e se não tivermos algum marketing, não conseguimos impor o nosso produto”, sustenta Alcides Santos.
Fonte:Jornal Nordeste
O lançamento deste lote seleccionado é, apenas, uma das faces mais visíveis da dinâmica que a ACR tem conhecido ao longo da última década, especialmente após a implementação de um programa de modernização que mudou a vida desta estrutura cooperativa.
Se há 5 anos atrás a adega só vendia vinho a granel e em garrafão, sob a marca “Muradal”, a aquisição de uma linha de engarrafamento e rotulagem, associada a uma sonda para medir o grau, mudou toda a lógica de mercado.
Hoje, os garrafões quase fazem parte do passado, pois perderam terreno para o vinho “Poulinho” embalado em “bag in box”, um sistema que conserva o néctar durante várias semanas.
Criada em 1979, a ACR dos dias de hoje comercializa garrafas de Encostas do Trogão e não é à toa que o branco mereceu medalha de prata no último Concurso de Vinhos de Trás-os-Montes, a par de uma Menção Honrosa no concurso nacional, que decorreu em Santarém.
Este é um dos rótulos que tem feito sucesso em muitas das provas onde está presente, nomeadamente na Feira da Castanha de Vinhais, onde os membros do painel de provadores, inclusive do grão-mestre da Confraria dos Gastrónomos e Enófilos de Trás-os-Montes e Alto douro, António Monteiro, mostraram-se surpreendidos com os argumentos deste branco.
Encostas do Trogão Branco mereceu medalha de prata no último Concurso de Vinhos de Trás-os-Montes
Após a compra de um avançado sistema de refrigeração, foi possível entrar em força no mercado dos brancos. “Estão a ter muita aceitação, pelo que queremos expandir os nossos canais de distribuição e levar os nossos vinhos aos mercados dos grandes centros”, salienta Alcides Santos, técnico oficial de contas da ACR.
Com cerca de 800 associados, oriundos dos concelhos de Vinhais, Valpaços, Mirandela e Macedo de Cavaleiros, a ACR recebe 1,5 milhões de quilos de uvas de uma zona de transição entre a Terra Quente e a Terra Fria, que garante um grau surpreendente em todos os néctares que ali são vinificados.
A reconversão da vinha que está em curso e a aposta nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Trincadeira e Tinta Roriz já está a dar os seus frutos ao nível da qualidade do produto final “Temos que apostar na selecção das castas e das uvas, porque se o nosso vinho não tiver qualidade, o consumidor não voltará a comprá-lo”, reconhece o responsável.
Ao nível da promoção, a adega que labora em Rebordelo vive um período de evolução, bem patente na criação de uma imagem institucional que simboliza o vinho e os quatro concelhos produtores. “O sector do vinho é altamente competitivo e se não tivermos algum marketing, não conseguimos impor o nosso produto”, sustenta Alcides Santos.
Fonte:Jornal Nordeste
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