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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Freguesias de Vinhais em convívio na Gestosa

As autarquias de Vinhais reuniram-se, no passado sábado, em mais um Encontro de Juntas de Freguesia, que juntou cerca de 147 pessoas dos diferentes pontos do município na praia fluvial do Rabaçal, em Gestosa, na freguesia de Vilar Seco.

Segundo José Henrique Silva, presidente da Junta de Freguesia de Vinhais e representante das freguesias, o objectivo desta iniciativa é proporcionar o convívio entre os autarcas, que têm oportunidade de se conhecerem melhor e de trocar experiências sobre gestão autárquica. “É um concelho com 35 freguesias e 104 aldeias dispersas por 704 quilómetros quadrados. O nosso município é enorme, a desertificação das aldeias tem-se acentuado e é preciso criar movimento”, salientou o autarca.


O presidente da Junta de Freguesia de Vilar Seco, António Barreira, afirma que recebeu este encontro de braços abertos, tendo em conta a beleza da paisagem envolvente. “Considero que tenho na minha freguesia um local com condições e muita beleza natural para oferecer um grande dia aos autarcas do concelho”, realça o autarca.
Esta actividade realiza-se cada ano em sua freguesia, o que permite aos autarcas conhecerem melhor a realidade das outras aldeias. 


Preocupado com a desertificação, José Henrique Silva afirma que a aposta deve ser no turismo. “Temos um concelho com uma beleza natural única e temos muita gente a contactar-nos para vir cá, principalmente aos fins-de-semana. Nesse sentido, devemos apostar nesta área para sermos visitados com mais frequência e para dinamizarmos a nossa economia”, afirma o autarca.


António Barreira salienta que a freguesia tem conseguido cativar mais gente através dos investimentos privados em Turismo de Habitação e dos percursos pedestres ao longo do Rabaçal, que, durante o ano passado, foram percorridos por 400 pessoas.
No final do almoço, os autarcas apostaram no lazer junto ao rio, tendo participado em diversos jogos tradicionais.


Por: Teresa Batista- Jornal Nordeste

sábado, 5 de junho de 2010

Obras na EN 308 já arrancaram - Finalmente, estava a ver que não!!!!!

Já arrancaram as obras de beneficiação da EN308 / EN308-3, entre Dine (Vinhais) e Bragança.

A empresa Construções Gabriel A.S. Couto, S.A. procede, actualmente, à sinalização dos trabalhos e encontra-se a fazer a limpeza de bermas no troço Bragança-Vila Nova.

A empreitada representa um investimento de 2,2 milhões de euros na melhoria das acessibilidades e das condições de segurança da ligação entre Dine e a capital de distrito Bragança, numa extensão de 26 quilómetros, que actualmente encontram-se em avançado estado de degradação.

No âmbito desta empreitada está prevista a realização de trabalhos de reabilitação do pavimento existente, a reformulação dos cruzamentos e entroncamentos, a melhoria dos órgãos de drenagem e o reforço da sinalização e dos restantes equipamentos de segurança da via.

O prazo de execução da obra é de 300 dias, estando a conclusão prevista para Março de 2011.
Este é mais um investimento da EP - Estradas de Portugal, SA na melhoria das condições de circulação rodoviária e segurança dos utentes da Rede Rodoviária a seu cargo.


Jornal Nordeste

Nivel 6 na festa da Moimenta de 24 de Agosto de 2009

Eu sei que a ainda faltam uns meses para a festa na Moimenta, mas muita gente já deve estar a contar os dias que faltam para Agosto.
Agosto, férias, Moimenta, descanso para alguns e movimento para outros.
Bem aqui fica um pequeno video da actuação nos Nivel 6 o ano passado dia 24 de Agosto.


Agrochão recria Ciclo da Lã

As várias etapas que fazem parte do ciclo da lã, desde a tosquia à criação de peças artesanais no tear, foram recriadas, no passado sábado, na freguesia de Agrochão, no concelho de Vinhais.


Um grupo de pessoas da localidade e de aldeias vizinhas participou nesta iniciativa, organizada pela Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Agrochão (ACRDA), no âmbito do projecto ASA do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) de Vinhais.


Esta iniciativa, que também contou com a presença de alguns jovens, começou com a tosquia de uma ovelha, através do método artesanal. O tosquiador Manuel Borges pegou nas tesouras para fazer uma demonstração de como se tira a lã a uma ovelha. Terminada a tosquia do animal a lã é junta e passamos a ter o feltro, que é lavado em água bem quente. “A lã está muito suja, porque anda com as ovelhas o ano inteiro. 


Então tem que ser bem lavada antes de partirmos para a fase seguinte”, acrescenta a presidente da ACRDA, Maria da Graça Afonso.
A próxima etapa é a escarramiça da lã, que consiste na abertura da mesma para ficar fofa o suficiente para se fazer o manelo, que é colocado na roca para fiar. “ O manelo é feito no regaço. Com a lã escarramiçada é mais fácil fiar”, realça a responsável.


A fiação é umas das etapas principais deste ciclo e é feita de formas distintas. O fio usado para fazer na meia é fiado na roca, até dar origem à maçaroca, que é dobada e depois torcida para unir os dois fios, enquanto que o fio mais grosso usado no tear, principalmente para fazer cobertores, é rodelado num engenho próprio para o efeito.






Tradições do Mundo Rural
vão estar em destaque em cinco aldeias do concelho de Vinhais




Antes de passar para o tear ainda é preciso urdir, um processo complexo, que tem que ser feito com muita sabedoria e perícia. A urdideira, em forma de hexágono, é o instrumento onde se entrelaçam os fios para formar a teia, que é posta no tear para tecer. 


Para formar a teia são colocados 12 novelos de algodão nos casuleiros. Já a colocação da teia no tear não é tarefa fácil e tem que ser feita por quatro pessoas.


“A telecelagem é fácil. Até costumamos dizer que num tear aparelhado tece um burro albardado, o que quer dizer que depois de colocada a teia não é difícil tecer”, conta Maria da Graça Afonso.


Já no tear é possível fazer cobertores, tapetes ou mantas de lã. Antigamente, também havia quem fizesse o burel, que consistia em urdir e tecer com lã. “Era um tecido muito pesado, que tinha que ir ao pisão para ser amaciado. Aí era batido ao mesmo tempo que era molhado em água corrente, com dois malhos. Este tecido era usado para as mantas dos segadores e para as saias das senhoras”, recorda a presidente da associação.


Depois de tirar as peças do tear é feita a cardagem, que consiste em amaciar a lã. E assim termina o ciclo da lã, que antigamente, era um dia de festa. “Antes, no fim da escarramiça havia baile e comiam-se nozes e figos secos”, salienta Maria da Graça Afonso.


O Ciclo da Lã foi a primeira actividade realizada no âmbito das tradições, seguindo-se, segundo a técnica do CDLS de Vinhais, Dirse Loução, o ciclo da telha, em Romariz, o ciclo do pão, em Santalha, o reviver da profissão de ferreiro, em Vilar de Lomba, e as artes e ofícios da madeira, em Vila Boa. Estas iniciativas envolvem as associações locais.

Jornal Nordeste





Águia regressa à natureza

Uma Águia-de-Asa-Redonda, tam bém conhecida como Búteo (Buteo buteo), foi devolvida à natureza pela mão do Parque Biológico de Vinhais. 

Depois de recuperada no Centro de Recepção, Acolhimento e Tratamento de Animais Selvagens (CRATAS), na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), a ave de rapina foi devolvida ao meio selvagem, perante uma centena de crianças do ensino Pré-Escolar de Vila Flor. 


A águia foi recolhida na zona de Montalegre pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana (SEPNA) de Chaves, em Dezembro de 2008, após ter sido vítima de um disparo que lhe fracturou o cúbito. Após um lento processo de recuperação, que passou por uma alimentação cuidada para a ave atingir o peso adequado, e realização de treinos de voo e caça, a ave foi devolvida à natureza na passada sexta-feira.


A directora do Parque Biológico de Vinhais, Carla Alves, explica como tudo aconteceu: “temos um protocolo com a UTAD e sempre que nos chegam ao parque animais feridos ou que foram apanhados por alguém e não estão em perfeitas condições de saúde, nós encaminhamo-los para o CRATAS”.


O veterinário de serviço, Roberto Sargo, iniciou a libertação da águia com uma pequena palestra sobre a recuperação da águia. “Após a primeira cirurgia, foi submetida a uma outra, correctiva, depois teve um processo de ossificação muito longo, para passar um ano a recuperar, pois tinha perdido muita massa muscular. Estes últimos 4 meses, teve de reaprender as técnicas de caça e mostrar que estava apta a ser libertada”, explicou.


A águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) é uma das aves de rapina mais comuns em toda a Europa, sendo a águia mais frequente em Portugal. Apresenta dimensões médias (entre 600 a 1100g e 51-56cm de comprimento), um aspecto compacto, cabeça arredondada e cauda relativamente curta, cerradamente listrada nos adultos. A cor da sua plumagem é muito variável, desde quase branco a castanho-escuro, sendo que a zona dorsal é geralmente castanha e a zona peitoral mais clara. Distribui-se pela Europa, Ásia e algumas ilhas do Pacífico e ocupa todos os tipos de habitat onde existam árvores e terrenos abertos, sendo frequente nas orlas dos bosques. 


A sua dieta baseia-se em pequenos mamíferos, principalmente ratos, mas podem complementá-la com lagomorfos (coelhos e lebres), aves, répteis, anfíbios e invertebrados, podendo também ter comportamentos necrófagos. 


Jornal Nordeste.

A Fraga e as fontes dos Três Reinos - Um bocado de tradição


Diz a tradição que, em tempos mais remotos, o rei D. Afonso III passou pela localidade Moimenta onde se hospedou por alguns dias, na casa da residência aí deixou uma carta de “foro” e outros privilégios escritos em pergaminho.
Não se sabe ao certo quando foi, mas supõe-se que foi em 1253, ano em que foi sucedido foral á Vila de Vinhais e Bragança. 
Como conta a tradição, havia “questões” fronteiriças com as aldeias Portugal/Moimenta, Leão/Cádavos e Castela/Castromil isto consequência da existência das fontes que nascem junto à linha da Raia e se estendem para Portugal. 
Os Espanhóis reclamavam a sua posse, ficando os portugueses com alguns direitos. A Fonte do Moço, por exemplo, nasce bem abaixo da Raia, terreno português que no Verão secava, mas a fonte dos três reinos nunca secava e era de grande importância para os gados beberem. Esta situa-se no extremo da área das três aldeias acima referidas e em pleno Verão não existem outras nas proximidades.
Quando o rei português veio à Moimenta, convocou uma reunião (Os três Reis) para solucionarem esses problemas. Chegaram então a um acordo criando uma área de aproximadamente 1000m2, onde existia um poço de terra batida (hoje em cimento) considerado bebedouro comum aos três povos (aberbadero comum aos três poeblos). Ainda hoje existe na povoação espanhola da Mesquita e da Moimenta, um documento escrito pelas autoridades fronteiriças, a quando da colocação dos “marcos intermédios”, a fazer referência ao dito bebedouro.
Na aldeia de Moimenta encontra-se um rochedo conhecido por “A Fraga dos Três Reinos”, onde existem três cruzes esculpidas numa rocha, cada qual voltada para o seu reino, que teriam sido mandadas construir pelos três Monarcas.
Na documentação encontrada faz-se ainda referência a uma merenda dos Monarcas onde se teria dito “ bebemos da mesma fonte, comemos na mesma mesa (Fraga dos Três Reinos) cada um voltado para o seu reino”.
Dizem os habitantes da Moimenta que ouvem cantar os galos de três Reinos.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Esperado um ano difícil no combate a incêndios no distrito de Bragança

Grande quantidade biomassa produzida neste Inverno chuvoso poderá conduzir ao deflagrar de grandes incêndios no Verão.

Contando, sensivelmente, com os mesmo meios relativamente ao ano passado, as entidades envolvidas no combate aos fogos florestais do distrito de Bragança prevêem que este será um ano difícil, dada a grande quantidade de biomassa produzida durante o Inverno e Primavera. Apesar das dificuldades, as entidades apostam numa melhor organização e uma maior atitude cívica dos cidadãos para que o pior não aconteça. “Estamos preparados para o pior dos cenários”, afirmou Melo Gomes, comandante do Centro Operacional de Operações e Socorro.

Segundo o Comandante, as queimadas de Inverno foram insuficientes porque o tempo não permitiu a realização de mais. Logo que entre a fase Bravo, equipas do SPNA (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente Temos equipas do SPNA), da GNR vão actuar para que a gestão dos combustíveis finos seja feita. Jorge Gomes, Governador Civil explicou que, ao nível da organização de meios há uma evolução significativa, relativamente a anos drásticos no que respeita a fogos incêndios, como o ano de 2003 e 2005.

Uma das medidas prevista no plano deste ano é que sempre que se registe uma ocorrência os meios mais próximos do local sejam de imediato mobilizados, independentemente do concelho onde ocorram. Por outro lado, haverá um reforço meios em cada ocorrência, para evitar que os fogos não atinjam grandes dimensões. Está definido no plano que a prioridade máxima e absoluta é um “ataque inicial rápido e musculado”, explicou Melo Gomes.

Apesar da crise, o Governador Civil, disse que não haverá poupança de meios a esse nível, porque o mais importante é não permitir que arda a floresta, o que resultaria em maiores prejuízos. Segundo Jorge Gomes, mais vale que sobrem meios no terreno do que façam falta. Outra das grandes apostas desta organização é que não haja reacendimentos.

A própria palavra “circuito”, referente a incêndios, foi banida e substituída pela expressão “fogo controlado”. Para Jorge Gomes, “é fundamental que quando atacamos um incêndio o façamos até ao fim. As operações de rescaldo são fundamentais e uma vigilância bem feita ao pós incêndio é fundamental, porque um reacendimento é tão perigoso ou mais do que um incêndio e é um esforço redobrado”. Isto porque os homens envolvidos na primeira intervenção terão de voltar a deslocar-se ao mesmo local, para combater o mesmo incêndio. Num ano de risco como o que se aguarda se no Verão se atingirem altas temperaturas, espera-se também, do cidadãos, um melhor comportamento cívico.

Para o Governador essa é, igualmente, uma componente fundamental. “Se as pessoas entenderem que devem provocar mais do que é natural, é evidente que, se calhar, não teremos capacidade de resposta”, disse. Com meios semelhantes, haverá, no entanto, um reforço de 15 dias de actuação na fase Delta. Por outro lado, o distrito passou a contar, durante todo o ano, com nove Equipas de Intervenção Permanente (EIP) nas Cooperações de Bombeiros e estão em fase de constituição mais três. No total serão 12 as EIP constituídas, que abrangem todos os concelhos, menos Macedo de Cavaleiros que não aderiu a esta criação de meios, pagos em percentagem igual autarquias e pelo Governo.

Na fase Bravo, a partir de amanhã, dia 15 de Maio, até 30 de Junho, que, dependendo das condições climatéricas poderá ser adiada, estarão disponíveis 259 homens, três postos de vigia, e um helicóptero que ficará na serra de Nogueira. Contudo, poderá deslocado para Bornes, sempre que a avaliação dos riscos o justifique. “Temos também um reforço dos meios aéreos nacionais”. Deste modo, “o helicóptero que está posicionado na Meda, distrito da Guarda, poderá fazer acções junto de Carrazeda”, explicou Melo Gomes.

Na fase Charlie, de um de Julho a 30 de Setembro, estarão disponíveis 445 homens, dois helicópteros e 11 postos de vigilância. Na fase Delta de, um a 31 de Outubro, estarão disponíveis 209 homens e três postos de vigia. A vigilância será reforçada com os voluntários, através do Programa de vigilância das florestas do Instituto Português da juventude.

Fonte:Mensagueiro de Noticias

Torres medem o vento em Montesinho e perto da estrada que vai da Moimenta à Mofreita

A empresa irlandesa Airtricity, comprada, recentemente, pela Scottish Southern Energy Renewables, já investiu mais de meio milhão de euros na instalação de torres de medição de vento em pontos estratégicos dos concelhos de Bragança e Vinhais.

Recorde-se que, em 2007, foi apresentado um mega-projecto de produção de energia eólica, que contemplava a instalação de aerogeradores em diversas zonas do Parque Natural de Montesinho (PNM). Mofreita (Vinhais), Zeive, Soutelo, S. Julião de Palácios, Rabal, Deilão e Babe (Bragança) foram algumas das freguesias contempladas para a colocação de ventoinhas.

Para garantir a disponibilidade dos terrenos numa zona considerada “a pérola” para produção de energia eólica, a empresa tem vindo a pagar renda das propriedades a Juntas de Freguesia e Comissões de Baldios. Apesar da Scottish Southern Energy Renewables preferir não revelar o montante investido na região, o Jornal NORDESTE sabe que há autarquias a receber mais de 2500 euros por ano pela renda dos terrenos, um valor que tem vindo a ser actualizado pela empresa irlandesa, ano após ano.

Os autarcas da região também estão do lado do projecto.

O presidente da Junta de Freguesia de Rabal, Paulo Hermenegildo, defende a concretização dos parques eólicos, considerando que é fundamental para garantir a autonomia financeiras das Juntas de Freguesia face ao poder central. “Iremos receber cerca de 10 mil euros/ano por cada aerogerador instalado, o que nos traria receitas suficientes para avançarmos com projectos importantes para as freguesias”, salienta o autarca.

Três anos após a apresentação do projecto, a Scottish Southern Energy Renewables já colocou cerca de nove torres meteorológicas em zonas estratégicas do PNM, que permitem medir a velocidade do vento em tempo real.

Instalação de parques eólicos só poderá avançar depois do governo abrir concursos para a atribuição de potência na região

Com funcionários permanentes no terreno, a concretização do projecto da empresa irlandesa depende, agora, da abertura de concursos para a atribuição de potência na região. “Em Portugal não abrem concursos para a atribuição de potência desde 2008 e nessa data não foi contemplada esta zona do País”, constata o director de estratégia e comunicação da Scottish Southern Energy Renewables, Alexandre Ipolliti Carrelhas.

No entanto, o responsável garante que o mega-projecto eólico não está parado, visto que antes de avançar para a instalação das ventoinhas é necessário fazer uma série de estudos sobre o vento para salvaguardar o sucesso o projecto.
Além disso, a empresa também já iniciou os estudos de impacte ambiental, visto que a instalação dos parques eólicos está prevista dentro de uma zona protegida. “O plano de ordenamento do PNM prevê a instalação de parques eólicos, desde que se cumpram determinadas normas.

O facto de ser uma zona protegida poderá trazer alguns constrangimentos, visto que é necessário estudos de impacte ambiental. No entanto, é possível minimizar os impactos numa articulação entre todas as entidades”, sublinha Alexandre Carrelhas.

Entretanto, a empresa irlandesa continua com uma forte ligação à região, nomeadamente através dos protocolos celebrados com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com o Instituto Politécnico de Bragança e através da parceria com a Câmara Municipal de Bragança para a constituição do Bragança Parque.

Por: Teresa Batista
Jornal Nordeste

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Fotos da Feira Franca Moimenta da Raia (Tourada e mais...)














Eu infelizmente não pude estar na Feira Franca e tirar as minhas próprias fotos por isso vou postando o que encontro em vários sites e blogs.
Estas foram tiradas pelo Jornalista Nuno Ferreira que anda a viajar Por Portugal a pé.
E aqui há uns dias esteve na Moimenta e aproveitou para tirar estas fotos.

O blog dele é http://portugalape.blogspot.com e estas fotos estão em

http://portugalape.blogspot.com/search?updated-max=2010-04-19T07:27:00-07:00&max-results=500

Copie os links e visite o blog dele se quiser conhecer o projecto deste homem que anda a visitar, conhecer Portugal a Pé.

Fotos moimenta da raia feira franca.
Fotos moimenta da raia.

Casa cheia no regresso da Corrida Portuguesa ao cartaz da Feira Franca em Moimenta da Raia

A tourada regressou em força à aldeia da Moimenta, concelho de Vinhais. Numa praça com lotação esgotada, os cavaleiros João Paulo e Filipe Gonçalves lidaram 4 touros de uma ganadaria espanhola, deixando um quinto animal para o matador andaluz, Emílio Laserna.

A corrida estava marcada para as 15:30 e, ao início da tarde, não se adivinhava uma afluência capaz de encher os cerca de 2000 lugares da praça amovível que a organização trouxe à Moimenta.
Francisco Faia, responsável da empresa Bravo & Genial, Lda., fazia contas à vida, temendo que a venda de bilhetes não fosse suficiente para cobrir os custos da tourada, cerca de 30 mil euros.

No entanto, à medida que a hora se aproximava, a corrida à bilheteira aumentou e os lugares ficaram quase todos preenchidos, até porque o preço do ingresso também incluía uma chega de touros de raça mirandesa.
“Temos custos muito grandes, porque trazer os cavalos, a praça e os touros a Trás-os-Montes acarreta muita mais despesa do que fazer uma tourada na zona de Santarém, por exemplo”, explicou Francisco Faia.

Na hora de avaliar a receita, espera-se que o evento se repita no próximo ano, dado que a adesão de portugueses e espanhóis correspondeu às expectativas.

O mesmo se pode dizer das restantes actividades organizadas pela Junta de Freguesia da Moimenta, que apostou na diversificação do programa da Feira Franca e teve um tarde de sol a seu favor.

Exemplo disso foi o Concurso de Ovinos de Raça Churra Galega Bragançana, que a aldeia acolheu, pela primeira vez, em lugar da competição na Raça Bovina Mirandesa.

Por: João Campos - Jornal Nordeste

Estrada EN 308 desbloqueada (Finalmente)

O contrato definitivo para a beneficiação da EN 308-3, que liga Bragança a Dine (Vinhais) é assinado na próxima quinta-feira(29 Abril), às 12 horas.

A cerimónia, que contará com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, foi confirmada após um encontro entre o governador civil de Bragança, Jorge Gomes, membros do Movimento de Utentes da EN 308-3 e autarcas d algumas freguesias abrangidas pela via.

A reunião serviu para acabar com os “rumores” lançados há algumas semanas, dando como certa a suspensão das obras na EN 308-3, pelo menos durante este ano.
“Sempre tive a ideia que, até ao fim deste ano, tínhamos a estrada, por muito que doa a muita gente”, adiantou o líder do Movimento de Utentes da EN 308-3, Carlos Fernandes.

Após a adjudicação definitiva, a beneficiação da via será concluída no prazo de um ano, tal como garantiu Jorge Gomes.

Ontem, Paulo Campos visitou várias obras públicas que estão a decorrer na região, numa acção conjunta do Sindicato da Construção de Portugal e o Ministério da Obra Publicas Transportes e Comunicações.

No âmbito da campanha “Mobilidade em Segurança nas Estradas Portuguesas de Trabalhadores da construção” o governante esteve nas frentes de trabalho da barragem do Baixo Sabor e visitou o estaleiro de Alijó da Concessão Rodoviária do Douro Interior (IP2 e IC5), de modo a observar as medidas de segurança e prevenção adoptadas. O objectivo é sensibilizar os trabalhadores e entidades patronais para a prevenção dos acidentes de trabalho no sector da construção.

Recorde-se que só na barragem do Baixo Sabor estão de momento a trabalhar cerca de 727 pessoas que representam 59 empresas, prevendo-se um acréscimo de 1.000 operários já no próximo ano.

Fonte:Jornal Nordeste

Arnaldo Pereira é Campeão da Europa


Arnaldo Pereira, também conhecido por “Expresso de Bragança”, natural de Nogueira, é, aos 30 anos, o primeiro jogador de futsal da região a sagrar-se campeão europeu de Clubes, neste caso ao serviço do Sport Lisboa Benfica.

Este é o título que lhe faltava a nível de clubes, depois de ser campeão Nacional, Taça de Portugal e Super – Taça de Portugal. Agora, acalenta o sonho de ser o jogador mais internacional. Com 126 jogos, só está a um de igualar o futebolista Figo, que tem 127.
Já a nível de selecções, tem o terceiro lugar num mundial e foi vice – campeão da Europa este ano.
Recorde-se que o atleta começou a sua carreira nos Pioneiros, ao que se seguiu Benedita (Espanha), Instituto D. João V, Freixieiro, Benfica, Pamplona (Espanha) e, de novo, Benfica, onde está há seis épocas.

Fonte:Jornal Nordeste

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Espinhoso celebrou a Páscoa com muito folar, música ao vivo e a dramatização da Via Sacra

Após 2 anos de inactividade, a Associação Recreativa e Cultural Espinhosense (ARCE) reabriu as suas portas em época de Páscoa. Assim, a 3 de Abril, a aldeia de Espinhoso, no concelho de Vinhais, dramatizou, pela 1ª vez na sua história, os últimos dias da vida de Cristo na Terra e, a 3 de Abril, fez-se a Festa do Folar, onde a iguaria foi servida gratuitamente ao som de música ao vivo.

“Sendo a Páscoa uma época de grande significado religioso, a ARCE resolveu representar a Paixão de Cristo, mas não foi fácil juntar 30 e tal figurantes, todos trajados à época”, afirmou o presidente da ARCE, Jorge Pinheiro, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Vinhais e da Junta de Freguesia da mesma cidade, no desenvolvimento destas iniciativas.

A associação esteve fechada durante 2 anos. Não obstante, há outras actividades já planeadas para 2010. “Vamos tentar dar um pouco de vida a esta aldeia que bem merece”, referiu o dirigente, eleito há apenas três meses.
Já para este ano, a ARCE programou custear uma viagem com cerca de 55 pessoas de Espinhoso aos Picos da Europa, mais concretamente ao Santuário de Cova Longa.

Pensa também recuperar as tradições de há 50 anos, através da Festa da Malha, em Agosto, para além de outras datas e efemérides a celebrar pela Associação, como o Viver o 25 de Abril e o 1º de Maio.

A ARCE é uma associação sem fins lucrativos, ao serviço de todos os habitantes de Espinhoso, com o objectivo final de dinamizar a localidade em que está inserida, mas, também conseguir chegar a outros pontos do concelho, do distrito e de Portugal.

Por: Bruno Mateus Filena-Jornal Nordeste

EN 308 assegurada - Esperemos bem que sim

O governador civil de Bragança, Jorge Gomes, desmente os rumores à volta da retirada da EN 308-3 do pacote de intervenções a levar a cabo pelas Estradas de Portugal (EP) no corrente ano.

Esta é a reacção do responsável face às dúvidas levantadas pelo presidente da Junta de Freguesia de Espinhosela, Telmo Afonso, quanto ao avanço da empreitada.
Segundo o autarca, o mini-estaleiro previsto para a zona envolvente ao Santuário de Nossa Senhora da Hera marca passo, o que faz acreditar que a empreitada poderá ter sofrido cortes orçamentais, pelo menos no mapa de investimentos das EP para 2010.

Jorge Gomes refuta os argumentos de Telmo Afonso e garante que o “contrato definitivo será assinado ainda este mês pelo secretário de Estado das Obras Públicas”, acrescentando que “não há adiamento ou qualquer contratempo”.

O autarca, no entanto, prefere jogar à defesa e, caso os rumores se confirmem, promete unir os presidentes das Juntas de Freguesias de Donai, Carragosa e Parâmio para se manifestarem a favor da requalificação da EN 308-3.
“Tive informação que as obras na estrada tinham sido adiadas para 2011. A ser verdade, é mais uma prova do esquecimento a que estas aldeias estão votadas pela Administração Central”, lamenta Telmo Afonso.

Recorde-se que a obra, orçada em cerca de dois milhões de euros, prevê a repavimentação de 27 quilómetros, bem como a correcção de algumas curvas e a instalação de sinalética horizontal e vertical.

A requalificação da EN 308-3, que liga 08-3, que liga Bragança a Dine, no concelho de Vinhais, é, há muitos anos, uma reivindicação das populações das freguesias servidas por esta estrada. Para tal, foi criado o Movimento Cívico de Utentes da EN 308, que promoveu algumas iniciativas para sensibilizar as entidades competentes para este problema

Por: Sandra Canteiro-Jornal Nordeste

quinta-feira, 25 de março de 2010

Fotos da XXX Feira do Fumeiro Vinhais - Video das Tayti







































Aqui ficam algumas fotos da XXX Feira do Fumeiro em Vinhais.

Já postei um video do projecto Amália Hoje que tocaram à noite mas as Tayti também lá estiveram à tarde e em directo na RTP.

Os Gaiteiros da Moimenta também lá tocaram, é pena não ter nenhum video deles na feira mas paciencia.





Fotos e videos da xxx feira fumeiro em vinhais.