Eu sei que a ainda faltam uns meses para a festa na Moimenta, mas muita gente já deve estar a contar os dias que faltam para Agosto.
Agosto, férias, Moimenta, descanso para alguns e movimento para outros.
Bem aqui fica um pequeno video da actuação nos Nivel 6 o ano passado dia 24 de Agosto.
FAÇA UMA DOAÇÃO PARA MANTER O BLOG VIVO
sábado, 5 de junho de 2010
Agrochão recria Ciclo da Lã
As várias etapas que fazem parte do ciclo da lã, desde a tosquia à criação de peças artesanais no tear, foram recriadas, no passado sábado, na freguesia de Agrochão, no concelho de Vinhais.
Um grupo de pessoas da localidade e de aldeias vizinhas participou nesta iniciativa, organizada pela Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Agrochão (ACRDA), no âmbito do projecto ASA do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) de Vinhais.
Esta iniciativa, que também contou com a presença de alguns jovens, começou com a tosquia de uma ovelha, através do método artesanal. O tosquiador Manuel Borges pegou nas tesouras para fazer uma demonstração de como se tira a lã a uma ovelha. Terminada a tosquia do animal a lã é junta e passamos a ter o feltro, que é lavado em água bem quente. “A lã está muito suja, porque anda com as ovelhas o ano inteiro.
Então tem que ser bem lavada antes de partirmos para a fase seguinte”, acrescenta a presidente da ACRDA, Maria da Graça Afonso.
A próxima etapa é a escarramiça da lã, que consiste na abertura da mesma para ficar fofa o suficiente para se fazer o manelo, que é colocado na roca para fiar. “ O manelo é feito no regaço. Com a lã escarramiçada é mais fácil fiar”, realça a responsável.
A fiação é umas das etapas principais deste ciclo e é feita de formas distintas. O fio usado para fazer na meia é fiado na roca, até dar origem à maçaroca, que é dobada e depois torcida para unir os dois fios, enquanto que o fio mais grosso usado no tear, principalmente para fazer cobertores, é rodelado num engenho próprio para o efeito.
Tradições do Mundo Rural
vão estar em destaque em cinco aldeias do concelho de Vinhais
Antes de passar para o tear ainda é preciso urdir, um processo complexo, que tem que ser feito com muita sabedoria e perícia. A urdideira, em forma de hexágono, é o instrumento onde se entrelaçam os fios para formar a teia, que é posta no tear para tecer.
Para formar a teia são colocados 12 novelos de algodão nos casuleiros. Já a colocação da teia no tear não é tarefa fácil e tem que ser feita por quatro pessoas.
“A telecelagem é fácil. Até costumamos dizer que num tear aparelhado tece um burro albardado, o que quer dizer que depois de colocada a teia não é difícil tecer”, conta Maria da Graça Afonso.
Já no tear é possível fazer cobertores, tapetes ou mantas de lã. Antigamente, também havia quem fizesse o burel, que consistia em urdir e tecer com lã. “Era um tecido muito pesado, que tinha que ir ao pisão para ser amaciado. Aí era batido ao mesmo tempo que era molhado em água corrente, com dois malhos. Este tecido era usado para as mantas dos segadores e para as saias das senhoras”, recorda a presidente da associação.
Depois de tirar as peças do tear é feita a cardagem, que consiste em amaciar a lã. E assim termina o ciclo da lã, que antigamente, era um dia de festa. “Antes, no fim da escarramiça havia baile e comiam-se nozes e figos secos”, salienta Maria da Graça Afonso.
O Ciclo da Lã foi a primeira actividade realizada no âmbito das tradições, seguindo-se, segundo a técnica do CDLS de Vinhais, Dirse Loução, o ciclo da telha, em Romariz, o ciclo do pão, em Santalha, o reviver da profissão de ferreiro, em Vilar de Lomba, e as artes e ofícios da madeira, em Vila Boa. Estas iniciativas envolvem as associações locais.
Um grupo de pessoas da localidade e de aldeias vizinhas participou nesta iniciativa, organizada pela Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Agrochão (ACRDA), no âmbito do projecto ASA do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) de Vinhais.
Esta iniciativa, que também contou com a presença de alguns jovens, começou com a tosquia de uma ovelha, através do método artesanal. O tosquiador Manuel Borges pegou nas tesouras para fazer uma demonstração de como se tira a lã a uma ovelha. Terminada a tosquia do animal a lã é junta e passamos a ter o feltro, que é lavado em água bem quente. “A lã está muito suja, porque anda com as ovelhas o ano inteiro.
Então tem que ser bem lavada antes de partirmos para a fase seguinte”, acrescenta a presidente da ACRDA, Maria da Graça Afonso.
A próxima etapa é a escarramiça da lã, que consiste na abertura da mesma para ficar fofa o suficiente para se fazer o manelo, que é colocado na roca para fiar. “ O manelo é feito no regaço. Com a lã escarramiçada é mais fácil fiar”, realça a responsável.
A fiação é umas das etapas principais deste ciclo e é feita de formas distintas. O fio usado para fazer na meia é fiado na roca, até dar origem à maçaroca, que é dobada e depois torcida para unir os dois fios, enquanto que o fio mais grosso usado no tear, principalmente para fazer cobertores, é rodelado num engenho próprio para o efeito.
Tradições do Mundo Rural
vão estar em destaque em cinco aldeias do concelho de Vinhais
Antes de passar para o tear ainda é preciso urdir, um processo complexo, que tem que ser feito com muita sabedoria e perícia. A urdideira, em forma de hexágono, é o instrumento onde se entrelaçam os fios para formar a teia, que é posta no tear para tecer.
Para formar a teia são colocados 12 novelos de algodão nos casuleiros. Já a colocação da teia no tear não é tarefa fácil e tem que ser feita por quatro pessoas.
“A telecelagem é fácil. Até costumamos dizer que num tear aparelhado tece um burro albardado, o que quer dizer que depois de colocada a teia não é difícil tecer”, conta Maria da Graça Afonso.
Já no tear é possível fazer cobertores, tapetes ou mantas de lã. Antigamente, também havia quem fizesse o burel, que consistia em urdir e tecer com lã. “Era um tecido muito pesado, que tinha que ir ao pisão para ser amaciado. Aí era batido ao mesmo tempo que era molhado em água corrente, com dois malhos. Este tecido era usado para as mantas dos segadores e para as saias das senhoras”, recorda a presidente da associação.
Depois de tirar as peças do tear é feita a cardagem, que consiste em amaciar a lã. E assim termina o ciclo da lã, que antigamente, era um dia de festa. “Antes, no fim da escarramiça havia baile e comiam-se nozes e figos secos”, salienta Maria da Graça Afonso.
O Ciclo da Lã foi a primeira actividade realizada no âmbito das tradições, seguindo-se, segundo a técnica do CDLS de Vinhais, Dirse Loução, o ciclo da telha, em Romariz, o ciclo do pão, em Santalha, o reviver da profissão de ferreiro, em Vilar de Lomba, e as artes e ofícios da madeira, em Vila Boa. Estas iniciativas envolvem as associações locais.
Por: Teresa Batista
Jornal Nordeste
Águia regressa à natureza
Uma Águia-de-Asa-Redonda, tam bém conhecida como Búteo (Buteo buteo), foi devolvida à natureza pela mão do Parque Biológico de Vinhais.
Depois de recuperada no Centro de Recepção, Acolhimento e Tratamento de Animais Selvagens (CRATAS), na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), a ave de rapina foi devolvida ao meio selvagem, perante uma centena de crianças do ensino Pré-Escolar de Vila Flor.
A águia foi recolhida na zona de Montalegre pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana (SEPNA) de Chaves, em Dezembro de 2008, após ter sido vítima de um disparo que lhe fracturou o cúbito. Após um lento processo de recuperação, que passou por uma alimentação cuidada para a ave atingir o peso adequado, e realização de treinos de voo e caça, a ave foi devolvida à natureza na passada sexta-feira.
A directora do Parque Biológico de Vinhais, Carla Alves, explica como tudo aconteceu: “temos um protocolo com a UTAD e sempre que nos chegam ao parque animais feridos ou que foram apanhados por alguém e não estão em perfeitas condições de saúde, nós encaminhamo-los para o CRATAS”.
O veterinário de serviço, Roberto Sargo, iniciou a libertação da águia com uma pequena palestra sobre a recuperação da águia. “Após a primeira cirurgia, foi submetida a uma outra, correctiva, depois teve um processo de ossificação muito longo, para passar um ano a recuperar, pois tinha perdido muita massa muscular. Estes últimos 4 meses, teve de reaprender as técnicas de caça e mostrar que estava apta a ser libertada”, explicou.
A águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) é uma das aves de rapina mais comuns em toda a Europa, sendo a águia mais frequente em Portugal. Apresenta dimensões médias (entre 600 a 1100g e 51-56cm de comprimento), um aspecto compacto, cabeça arredondada e cauda relativamente curta, cerradamente listrada nos adultos. A cor da sua plumagem é muito variável, desde quase branco a castanho-escuro, sendo que a zona dorsal é geralmente castanha e a zona peitoral mais clara. Distribui-se pela Europa, Ásia e algumas ilhas do Pacífico e ocupa todos os tipos de habitat onde existam árvores e terrenos abertos, sendo frequente nas orlas dos bosques.
A sua dieta baseia-se em pequenos mamíferos, principalmente ratos, mas podem complementá-la com lagomorfos (coelhos e lebres), aves, répteis, anfíbios e invertebrados, podendo também ter comportamentos necrófagos.
Depois de recuperada no Centro de Recepção, Acolhimento e Tratamento de Animais Selvagens (CRATAS), na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), a ave de rapina foi devolvida ao meio selvagem, perante uma centena de crianças do ensino Pré-Escolar de Vila Flor.
A águia foi recolhida na zona de Montalegre pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana (SEPNA) de Chaves, em Dezembro de 2008, após ter sido vítima de um disparo que lhe fracturou o cúbito. Após um lento processo de recuperação, que passou por uma alimentação cuidada para a ave atingir o peso adequado, e realização de treinos de voo e caça, a ave foi devolvida à natureza na passada sexta-feira.
A directora do Parque Biológico de Vinhais, Carla Alves, explica como tudo aconteceu: “temos um protocolo com a UTAD e sempre que nos chegam ao parque animais feridos ou que foram apanhados por alguém e não estão em perfeitas condições de saúde, nós encaminhamo-los para o CRATAS”.
O veterinário de serviço, Roberto Sargo, iniciou a libertação da águia com uma pequena palestra sobre a recuperação da águia. “Após a primeira cirurgia, foi submetida a uma outra, correctiva, depois teve um processo de ossificação muito longo, para passar um ano a recuperar, pois tinha perdido muita massa muscular. Estes últimos 4 meses, teve de reaprender as técnicas de caça e mostrar que estava apta a ser libertada”, explicou.
A águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) é uma das aves de rapina mais comuns em toda a Europa, sendo a águia mais frequente em Portugal. Apresenta dimensões médias (entre 600 a 1100g e 51-56cm de comprimento), um aspecto compacto, cabeça arredondada e cauda relativamente curta, cerradamente listrada nos adultos. A cor da sua plumagem é muito variável, desde quase branco a castanho-escuro, sendo que a zona dorsal é geralmente castanha e a zona peitoral mais clara. Distribui-se pela Europa, Ásia e algumas ilhas do Pacífico e ocupa todos os tipos de habitat onde existam árvores e terrenos abertos, sendo frequente nas orlas dos bosques.
A sua dieta baseia-se em pequenos mamíferos, principalmente ratos, mas podem complementá-la com lagomorfos (coelhos e lebres), aves, répteis, anfíbios e invertebrados, podendo também ter comportamentos necrófagos.
Por: Bruno Mateus Filena
Jornal Nordeste.
A Fraga e as fontes dos Três Reinos - Um bocado de tradição
Diz a tradição que, em tempos mais remotos, o rei D. Afonso III passou pela localidade Moimenta onde se hospedou por alguns dias, na casa da residência aí deixou uma carta de “foro” e outros privilégios escritos em pergaminho.
Não se sabe ao certo quando foi, mas supõe-se que foi em 1253, ano em que foi sucedido foral á Vila de Vinhais e Bragança.
Como conta a tradição, havia “questões” fronteiriças com as aldeias Portugal/Moimenta, Leão/Cádavos e Castela/Castromil isto consequência da existência das fontes que nascem junto à linha da Raia e se estendem para Portugal.
Os Espanhóis reclamavam a sua posse, ficando os portugueses com alguns direitos. A Fonte do Moço, por exemplo, nasce bem abaixo da Raia, terreno português que no Verão secava, mas a fonte dos três reinos nunca secava e era de grande importância para os gados beberem. Esta situa-se no extremo da área das três aldeias acima referidas e em pleno Verão não existem outras nas proximidades.
Quando o rei português veio à Moimenta, convocou uma reunião (Os três Reis) para solucionarem esses problemas. Chegaram então a um acordo criando uma área de aproximadamente 1000m2, onde existia um poço de terra batida (hoje em cimento) considerado bebedouro comum aos três povos (aberbadero comum aos três poeblos). Ainda hoje existe na povoação espanhola da Mesquita e da Moimenta, um documento escrito pelas autoridades fronteiriças, a quando da colocação dos “marcos intermédios”, a fazer referência ao dito bebedouro.
Na aldeia de Moimenta encontra-se um rochedo conhecido por “A Fraga dos Três Reinos”, onde existem três cruzes esculpidas numa rocha, cada qual voltada para o seu reino, que teriam sido mandadas construir pelos três Monarcas.
Na documentação encontrada faz-se ainda referência a uma merenda dos Monarcas onde se teria dito “ bebemos da mesma fonte, comemos na mesma mesa (Fraga dos Três Reinos) cada um voltado para o seu reino”.
Dizem os habitantes da Moimenta que ouvem cantar os galos de três Reinos.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Esperado um ano difícil no combate a incêndios no distrito de Bragança
Grande quantidade biomassa produzida neste Inverno chuvoso poderá conduzir ao deflagrar de grandes incêndios no Verão.Contando, sensivelmente, com os mesmo meios relativamente ao ano passado, as entidades envolvidas no combate aos fogos florestais do distrito de Bragança prevêem que este será um ano difícil, dada a grande quantidade de biomassa produzida durante o Inverno e Primavera. Apesar das dificuldades, as entidades apostam numa melhor organização e uma maior atitude cívica dos cidadãos para que o pior não aconteça. “Estamos preparados para o pior dos cenários”, afirmou Melo Gomes, comandante do Centro Operacional de Operações e Socorro.
Segundo o Comandante, as queimadas de Inverno foram insuficientes porque o tempo não permitiu a realização de mais. Logo que entre a fase Bravo, equipas do SPNA (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente Temos equipas do SPNA), da GNR vão actuar para que a gestão dos combustíveis finos seja feita. Jorge Gomes, Governador Civil explicou que, ao nível da organização de meios há uma evolução significativa, relativamente a anos drásticos no que respeita a fogos incêndios, como o ano de 2003 e 2005.
Uma das medidas prevista no plano deste ano é que sempre que se registe uma ocorrência os meios mais próximos do local sejam de imediato mobilizados, independentemente do concelho onde ocorram. Por outro lado, haverá um reforço meios em cada ocorrência, para evitar que os fogos não atinjam grandes dimensões. Está definido no plano que a prioridade máxima e absoluta é um “ataque inicial rápido e musculado”, explicou Melo Gomes.
Apesar da crise, o Governador Civil, disse que não haverá poupança de meios a esse nível, porque o mais importante é não permitir que arda a floresta, o que resultaria em maiores prejuízos. Segundo Jorge Gomes, mais vale que sobrem meios no terreno do que façam falta. Outra das grandes apostas desta organização é que não haja reacendimentos.
A própria palavra “circuito”, referente a incêndios, foi banida e substituída pela expressão “fogo controlado”. Para Jorge Gomes, “é fundamental que quando atacamos um incêndio o façamos até ao fim. As operações de rescaldo são fundamentais e uma vigilância bem feita ao pós incêndio é fundamental, porque um reacendimento é tão perigoso ou mais do que um incêndio e é um esforço redobrado”. Isto porque os homens envolvidos na primeira intervenção terão de voltar a deslocar-se ao mesmo local, para combater o mesmo incêndio. Num ano de risco como o que se aguarda se no Verão se atingirem altas temperaturas, espera-se também, do cidadãos, um melhor comportamento cívico.
Para o Governador essa é, igualmente, uma componente fundamental. “Se as pessoas entenderem que devem provocar mais do que é natural, é evidente que, se calhar, não teremos capacidade de resposta”, disse. Com meios semelhantes, haverá, no entanto, um reforço de 15 dias de actuação na fase Delta. Por outro lado, o distrito passou a contar, durante todo o ano, com nove Equipas de Intervenção Permanente (EIP) nas Cooperações de Bombeiros e estão em fase de constituição mais três. No total serão 12 as EIP constituídas, que abrangem todos os concelhos, menos Macedo de Cavaleiros que não aderiu a esta criação de meios, pagos em percentagem igual autarquias e pelo Governo.
Na fase Bravo, a partir de amanhã, dia 15 de Maio, até 30 de Junho, que, dependendo das condições climatéricas poderá ser adiada, estarão disponíveis 259 homens, três postos de vigia, e um helicóptero que ficará na serra de Nogueira. Contudo, poderá deslocado para Bornes, sempre que a avaliação dos riscos o justifique. “Temos também um reforço dos meios aéreos nacionais”. Deste modo, “o helicóptero que está posicionado na Meda, distrito da Guarda, poderá fazer acções junto de Carrazeda”, explicou Melo Gomes.
Na fase Charlie, de um de Julho a 30 de Setembro, estarão disponíveis 445 homens, dois helicópteros e 11 postos de vigilância. Na fase Delta de, um a 31 de Outubro, estarão disponíveis 209 homens e três postos de vigia. A vigilância será reforçada com os voluntários, através do Programa de vigilância das florestas do Instituto Português da juventude.
Fonte:Mensagueiro de Noticias
Torres medem o vento em Montesinho e perto da estrada que vai da Moimenta à Mofreita
Recorde-se que, em 2007, foi apresentado um mega-projecto de produção de energia eólica, que contemplava a instalação de aerogeradores em diversas zonas do Parque Natural de Montesinho (PNM). Mofreita (Vinhais), Zeive, Soutelo, S. Julião de Palácios, Rabal, Deilão e Babe (Bragança) foram algumas das freguesias contempladas para a colocação de ventoinhas.
Para garantir a disponibilidade dos terrenos numa zona considerada “a pérola” para produção de energia eólica, a empresa tem vindo a pagar renda das propriedades a Juntas de Freguesia e Comissões de Baldios. Apesar da Scottish Southern Energy Renewables preferir não revelar o montante investido na região, o Jornal NORDESTE sabe que há autarquias a receber mais de 2500 euros por ano pela renda dos terrenos, um valor que tem vindo a ser actualizado pela empresa irlandesa, ano após ano.
Os autarcas da região também estão do lado do projecto.
O presidente da Junta de Freguesia de Rabal, Paulo Hermenegildo, defende a concretização dos parques eólicos, considerando que é fundamental para garantir a autonomia financeiras das Juntas de Freguesia face ao poder central. “Iremos receber cerca de 10 mil euros/ano por cada aerogerador instalado, o que nos traria receitas suficientes para avançarmos com projectos importantes para as freguesias”, salienta o autarca.
Três anos após a apresentação do projecto, a Scottish Southern Energy Renewables já colocou cerca de nove torres meteorológicas em zonas estratégicas do PNM, que permitem medir a velocidade do vento em tempo real.
Instalação de parques eólicos só poderá avançar depois do governo abrir concursos para a atribuição de potência na região
Com funcionários permanentes no terreno, a concretização do projecto da empresa irlandesa depende, agora, da abertura de concursos para a atribuição de potência na região. “Em Portugal não abrem concursos para a atribuição de potência desde 2008 e nessa data não foi contemplada esta zona do País”, constata o director de estratégia e comunicação da Scottish Southern Energy Renewables, Alexandre Ipolliti Carrelhas.
No entanto, o responsável garante que o mega-projecto eólico não está parado, visto que antes de avançar para a instalação das ventoinhas é necessário fazer uma série de estudos sobre o vento para salvaguardar o sucesso o projecto.
Além disso, a empresa também já iniciou os estudos de impacte ambiental, visto que a instalação dos parques eólicos está prevista dentro de uma zona protegida. “O plano de ordenamento do PNM prevê a instalação de parques eólicos, desde que se cumpram determinadas normas.
O facto de ser uma zona protegida poderá trazer alguns constrangimentos, visto que é necessário estudos de impacte ambiental. No entanto, é possível minimizar os impactos numa articulação entre todas as entidades”, sublinha Alexandre Carrelhas.
Entretanto, a empresa irlandesa continua com uma forte ligação à região, nomeadamente através dos protocolos celebrados com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com o Instituto Politécnico de Bragança e através da parceria com a Câmara Municipal de Bragança para a constituição do Bragança Parque.
Por: Teresa Batista
Jornal Nordeste
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Fotos da Feira Franca Moimenta da Raia (Tourada e mais...)












Eu infelizmente não pude estar na Feira Franca e tirar as minhas próprias fotos por isso vou postando o que encontro em vários sites e blogs.
Estas foram tiradas pelo Jornalista Nuno Ferreira que anda a viajar Por Portugal a pé.
E aqui há uns dias esteve na Moimenta e aproveitou para tirar estas fotos.
O blog dele é http://portugalape.blogspot.com e estas fotos estão em
http://portugalape.blogspot.com/search?updated-max=2010-04-19T07:27:00-07:00&max-results=500
Copie os links e visite o blog dele se quiser conhecer o projecto deste homem que anda a visitar, conhecer Portugal a Pé.
Fotos moimenta da raia feira franca.
Fotos moimenta da raia.
Casa cheia no regresso da Corrida Portuguesa ao cartaz da Feira Franca em Moimenta da Raia
A corrida estava marcada para as 15:30 e, ao início da tarde, não se adivinhava uma afluência capaz de encher os cerca de 2000 lugares da praça amovível que a organização trouxe à Moimenta.
Francisco Faia, responsável da empresa Bravo & Genial, Lda., fazia contas à vida, temendo que a venda de bilhetes não fosse suficiente para cobrir os custos da tourada, cerca de 30 mil euros.
No entanto, à medida que a hora se aproximava, a corrida à bilheteira aumentou e os lugares ficaram quase todos preenchidos, até porque o preço do ingresso também incluía uma chega de touros de raça mirandesa.
“Temos custos muito grandes, porque trazer os cavalos, a praça e os touros a Trás-os-Montes acarreta muita mais despesa do que fazer uma tourada na zona de Santarém, por exemplo”, explicou Francisco Faia.
“Temos custos muito grandes, porque trazer os cavalos, a praça e os touros a Trás-os-Montes acarreta muita mais despesa do que fazer uma tourada na zona de Santarém, por exemplo”, explicou Francisco Faia.
Na hora de avaliar a receita, espera-se que o evento se repita no próximo ano, dado que a adesão de portugueses e espanhóis correspondeu às expectativas.
O mesmo se pode dizer das restantes actividades organizadas pela Junta de Freguesia da Moimenta, que apostou na diversificação do programa da Feira Franca e teve um tarde de sol a seu favor.
Exemplo disso foi o Concurso de Ovinos de Raça Churra Galega Bragançana, que a aldeia acolheu, pela primeira vez, em lugar da competição na Raça Bovina Mirandesa.
Por: João Campos - Jornal Nordeste
Estrada EN 308 desbloqueada (Finalmente)
O contrato definitivo para a beneficiação da EN 308-3, que liga Bragança a Dine (Vinhais) é assinado na próxima quinta-feira(29 Abril), às 12 horas.A cerimónia, que contará com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, foi confirmada após um encontro entre o governador civil de Bragança, Jorge Gomes, membros do Movimento de Utentes da EN 308-3 e autarcas d algumas freguesias abrangidas pela via.
A reunião serviu para acabar com os “rumores” lançados há algumas semanas, dando como certa a suspensão das obras na EN 308-3, pelo menos durante este ano.
“Sempre tive a ideia que, até ao fim deste ano, tínhamos a estrada, por muito que doa a muita gente”, adiantou o líder do Movimento de Utentes da EN 308-3, Carlos Fernandes.
A reunião serviu para acabar com os “rumores” lançados há algumas semanas, dando como certa a suspensão das obras na EN 308-3, pelo menos durante este ano.
“Sempre tive a ideia que, até ao fim deste ano, tínhamos a estrada, por muito que doa a muita gente”, adiantou o líder do Movimento de Utentes da EN 308-3, Carlos Fernandes.
Após a adjudicação definitiva, a beneficiação da via será concluída no prazo de um ano, tal como garantiu Jorge Gomes.
Ontem, Paulo Campos visitou várias obras públicas que estão a decorrer na região, numa acção conjunta do Sindicato da Construção de Portugal e o Ministério da Obra Publicas Transportes e Comunicações.
No âmbito da campanha “Mobilidade em Segurança nas Estradas Portuguesas de Trabalhadores da construção” o governante esteve nas frentes de trabalho da barragem do Baixo Sabor e visitou o estaleiro de Alijó da Concessão Rodoviária do Douro Interior (IP2 e IC5), de modo a observar as medidas de segurança e prevenção adoptadas. O objectivo é sensibilizar os trabalhadores e entidades patronais para a prevenção dos acidentes de trabalho no sector da construção.
Recorde-se que só na barragem do Baixo Sabor estão de momento a trabalhar cerca de 727 pessoas que representam 59 empresas, prevendo-se um acréscimo de 1.000 operários já no próximo ano.
Fonte:Jornal Nordeste
Arnaldo Pereira é Campeão da Europa

Arnaldo Pereira, também conhecido por “Expresso de Bragança”, natural de Nogueira, é, aos 30 anos, o primeiro jogador de futsal da região a sagrar-se campeão europeu de Clubes, neste caso ao serviço do Sport Lisboa Benfica.
Este é o título que lhe faltava a nível de clubes, depois de ser campeão Nacional, Taça de Portugal e Super – Taça de Portugal. Agora, acalenta o sonho de ser o jogador mais internacional. Com 126 jogos, só está a um de igualar o futebolista Figo, que tem 127.
Já a nível de selecções, tem o terceiro lugar num mundial e foi vice – campeão da Europa este ano.
Recorde-se que o atleta começou a sua carreira nos Pioneiros, ao que se seguiu Benedita (Espanha), Instituto D. João V, Freixieiro, Benfica, Pamplona (Espanha) e, de novo, Benfica, onde está há seis épocas.
Fonte:Jornal Nordeste
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Espinhoso celebrou a Páscoa com muito folar, música ao vivo e a dramatização da Via Sacra
“Sendo a Páscoa uma época de grande significado religioso, a ARCE resolveu representar a Paixão de Cristo, mas não foi fácil juntar 30 e tal figurantes, todos trajados à época”, afirmou o presidente da ARCE, Jorge Pinheiro, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Vinhais e da Junta de Freguesia da mesma cidade, no desenvolvimento destas iniciativas.
A associação esteve fechada durante 2 anos. Não obstante, há outras actividades já planeadas para 2010. “Vamos tentar dar um pouco de vida a esta aldeia que bem merece”, referiu o dirigente, eleito há apenas três meses.
Já para este ano, a ARCE programou custear uma viagem com cerca de 55 pessoas de Espinhoso aos Picos da Europa, mais concretamente ao Santuário de Cova Longa.
Pensa também recuperar as tradições de há 50 anos, através da Festa da Malha, em Agosto, para além de outras datas e efemérides a celebrar pela Associação, como o Viver o 25 de Abril e o 1º de Maio.
A ARCE é uma associação sem fins lucrativos, ao serviço de todos os habitantes de Espinhoso, com o objectivo final de dinamizar a localidade em que está inserida, mas, também conseguir chegar a outros pontos do concelho, do distrito e de Portugal.
Por: Bruno Mateus Filena-Jornal Nordeste
EN 308 assegurada - Esperemos bem que sim
Esta é a reacção do responsável face às dúvidas levantadas pelo presidente da Junta de Freguesia de Espinhosela, Telmo Afonso, quanto ao avanço da empreitada.
Segundo o autarca, o mini-estaleiro previsto para a zona envolvente ao Santuário de Nossa Senhora da Hera marca passo, o que faz acreditar que a empreitada poderá ter sofrido cortes orçamentais, pelo menos no mapa de investimentos das EP para 2010.
Jorge Gomes refuta os argumentos de Telmo Afonso e garante que o “contrato definitivo será assinado ainda este mês pelo secretário de Estado das Obras Públicas”, acrescentando que “não há adiamento ou qualquer contratempo”.
O autarca, no entanto, prefere jogar à defesa e, caso os rumores se confirmem, promete unir os presidentes das Juntas de Freguesias de Donai, Carragosa e Parâmio para se manifestarem a favor da requalificação da EN 308-3.
“Tive informação que as obras na estrada tinham sido adiadas para 2011. A ser verdade, é mais uma prova do esquecimento a que estas aldeias estão votadas pela Administração Central”, lamenta Telmo Afonso.
Recorde-se que a obra, orçada em cerca de dois milhões de euros, prevê a repavimentação de 27 quilómetros, bem como a correcção de algumas curvas e a instalação de sinalética horizontal e vertical.
A requalificação da EN 308-3, que liga 08-3, que liga Bragança a Dine, no concelho de Vinhais, é, há muitos anos, uma reivindicação das populações das freguesias servidas por esta estrada. Para tal, foi criado o Movimento Cívico de Utentes da EN 308, que promoveu algumas iniciativas para sensibilizar as entidades competentes para este problema
Por: Sandra Canteiro-Jornal Nordeste
quinta-feira, 25 de março de 2010
Fotos da XXX Feira do Fumeiro Vinhais - Video das Tayti












Aqui ficam algumas fotos da XXX Feira do Fumeiro em Vinhais.
Já postei um video do projecto Amália Hoje que tocaram à noite mas as Tayti também lá estiveram à tarde e em directo na RTP.
Os Gaiteiros da Moimenta também lá tocaram, é pena não ter nenhum video deles na feira mas paciencia.
Fotos e videos da xxx feira fumeiro em vinhais.
Vinhais à conquista de Oeiras
Durante três dias, filhos da terra ou, simplesmente, curiosos foram os responsáveis pela venda de toneladas de fumeiro e de mais de 2.500 quilos de pão de Curopos, no concelho de Vinhais, entre outros produtos tradicionais, como compotas, vinhos, azeite, queijos, folares e artesanato.
A par da oferta gastronómica, os visitantes assistiram à actuação dos Gaiteiros de Zido (Vinhais).
Recorde-se que o evento, que contou com a presença de quatro fábricas de fumeiro e uma cozinha regional, foi organizado pela Câmara Municipal de Vinhais, através da empresa municipal Turimontesinho, em parceria com o município de Oeiras e a Casa do Concelho de Vinhais naquela cidade.
Por: Sandra Canteiro- Jornal Nordeste
Campeonato Distrital de Luta de Touros de Raça Mirandesa 2010 - VINHAIS

Campeonato Distrital de Chegas de Touros - VINHAIS 2010 - 30.000 € em prémios
REGULAMENTO -
Artigo 1º - A PRORURIS, EEM – Empresa Municipal de Desenvolvimento Rural de Vinhais vai realizar o campeonato de CHEGAS DE TOUROS tradicional, integradas num Campeonato Distrital de Bovinos de Raça Mirandesa.
Artigo 2º - Este evento tem por objectivo estimular os criadores na produção de animais que, pela sua destreza, energia e bravura, se distinguem dos demais e assim se valorizam de forma assinalável, usufruindo os seus criadores dessa mais valia quando da sua comercialização. Simultaneamente, contribui-se para a satisfação de uma necessidade social, decorrente de uma tradição muito enraizada, mas que por falta do próprio espectáculo, e não de espectadores, está em risco de perder-se.
Artigo 3º - O campeonato realizar-se-á entre os dias 17 de Julho de 2010 e 14 de Agosto de 2010, ao Sábado e a Final dia 22 de Agosto 2010, Domingo, pelas 18.00 horas, no Chegódromo (Praça de Touros) de Vinhais.
Artigo 4º - A este campeonato poderão concorrer touros de todo o Distrito de Bragança, desde que devidamente inscritos no SNIRB/SNIRA com Raça Mirandesa ou no Livro Genealógico dos Bovinos de Raça Mirandesa e com entrada numa exploração do Distrito até 14 de Maio de 2010.
Artigo 5º - A admissão dos animais no local da Chega será condicionado, na parte que lhe diz respeito, ao regulamento sanitário sobre exposições, concursos e ajuntamentos de gado, nomeadamente: a) A circulação dos animais é feita a coberto da guia de transporte (Modelo DGV-253). b) Só poderão participar no evento, animais provenientes de explorações indemnes ou oficialmente indemnes de TUBERCULOSE, LEUCOSE, BRUCELOSE BOVINA. e isentos de PERIPNEUMONIA CONTAGIOSA BOVINA. c) Os proprietários dos animais são obrigados a apresentar os documentos de identificação e sanidade animal, devidamente preenchidos e actualizados. d) Os animais deverão ser sujeitos aos TESTES DE PRÉ-MOVIMENTAÇÃO em vigor. e) Documento comprovativo da desinsectização dos animais e do meio de transporte, onde conste o produto utilizado, a data de aplicação e o responsável pela sua execução
Artigo 6º - Serão excluídos todos os animais cujo júri de admissão considere terem sido sujeitos a operações nos cornos (por exemplo o aguçamento) ou outras práticas susceptíveis de fazer alterar o rendimento do animal ou do seu adversário.
Artigo 7º - Não serão admitidos animais que se comprove terem recebido substâncias alteradoras do comportamento ou do rendimento físico ou psíquico, podendo o júri de admissão proceder em qualquer fase do campeonato à colheita de sangue para análise e a testes para detecção de alteração de odores.
Artigo 8º - Apenas um proprietário, ou alguém em quem ele delegue, por cada touro, pode estar próximo da luta, a fim de poder actuar em caso de emergência, estando-lhe contudo proibido o uso de vocalizações ou gestos que interfiram com o normal decurso da luta.
Artigo 9º - O animal que apresente sinais de doença ou sofra acidente impeditivo, devidamente comprovado por um Médico Veterinário, poderá desistir do campeonato.
Artigo 10º - O campeonato será dividido em dois escalões: Touros até 5 (cinco) anos e Touros a partir de 5 (cinco) anos, sendo a data de 31 de Dezembro de 2010 inclusive a referência para a idade.
Artigo 11º - As inscrições são limitados a 4 (quatro) touros por criador, 2 (dois) por escalão etário.
Artigo 12º - As inscrições para o campeonato serão feitos na sede da PRORURIS, EEM, Largo do Toural em Vinhais ou pelo tel. 273771023 até ao dia 14 de Maio de 2010 às 17.00 horas. Devendo os proponentes indicar o número de SIA (brinco) do animal, data de nascimento e nome. É obrigatório a entrega de uma caução de 500,00€, por touro no acto da inscrição. Esta caução será devolvida no final do campeonato (dia 22 de Agosto de 2010) conjuntamente com os respectivos prémios.
Artigo 13º - Cada criador ou em quem ele delegue deverá apresentar-se no dia 24 de Maio de 2010, pelas 10.00 horas na sede da PRORURIS, EEM em Vinhais para a realização do sorteio do campeonato.
Artigo 14º - Após o sorteio e durante o campeonato, não assiste aos proprietários dos touros o direito à desistência, sob pena de ser levantada a caução e a exclusão de futuros campeonatos nos próximos dois anos. Salvo artigo 9º.
Artigo 15º - Os touros inscritos para as chegas, têm de comparecer no local das lutas, até às 17.00 horas do dia da luta. O Júri reunirá com os proprietários dos touros com o objectivo de verificar os requisitos de admissão estipulados em regulamento.
Artigo 16º - O júri de admissão será constituído por um Técnico da PRORURIS, EEM, por um Médico Veterinário e por um Técnico da ACBRM.
Artigo 17º - Os animais campeões no ano transacto tem entrada directa na fase final do campeonato sem passarem pelo apuramento, no escalão etário em que se enquadrem e ficam colocados na posição 1 do quadro final, caso o campeão da classe inferior transite para a classe superior, ficará colocado na posição 7 do quadro final.
Artigo 18º - A organização do campeonato e a sua fórmula terá por base a modalidade de eliminatórias (bota fora) distribuídas por duas fases: uma primeira de apuramento dos 8 (oito) finalistas e uma fase final composta por quartos de final, meias-finais, terceiros e quartos e final. A primeira fase está dependente do número de animais inscritos e será disputada no dia 17 de Julho 2010 e no dia 24 de Julho 2010 (se se justificarem dois dias), serão apurados para a fase final oito de cada escalão para apuramento dos campeões, ou o número de animais necessários para perfazer os oito de acordo com o artigo 17º.
Artigo 19º - Passarão à fase final os vencedores de cada luta, procedendo-se, se necessário, a uma segunda volta de apuramento entre os vencedores que não pegaram (o adversário não deu cabeça) caso o número de apurados exceda as vagas na fase final. Em sentido inverso, se o número de apurados for inferior às vagas disponíveis na fase final, serão repescados os touros derrotados que lutaram mais tempo.
Artigo 20º - A relação dos prémios a atribuir a cada escalão é a seguinte:
A – Touros com mais de 5 anos B - Touros até 5 anos
1º LUGAR 5.000,00 € 4.000,00 € 2º LUGAR 3.500,00 € 2.500,00 € 3º LUGAR 2.500,00 € 1.500,00 € 4º LUGAR 1.500,00 € 1.000,00 €
§ único - Os proprietários dos touros, terão direito durante a fase de apuramento a 150,00€ por luta, salvo se estes não pegarem (lutarem), recebendo 75,00€ de compensação o touro que manifestar vontade de lutar e 0,00€ o que não der cabeça. Na fase final os proprietários dos touros, terão direito a 250,00€ por luta, salvo se estes não pegarem (lutarem), recebendo 100,00€ de compensação o touro que manifestar vontade de lutar e 0,00€ o que não der cabeça, excepto na final em que os prémios serão os da tabela. Todos os prémios e caução só serão entregues no dia das finais (22 de Agosto de 2010).
Artigo 21º - A organização do certame não se responsabiliza por qualquer acidente ou danos que possam ocorrer durante o mesmo com os animais. Devendo para o efeito cada proprietário proceder à realização de um seguro para os seus animais.
Artigo 22º - A organização reserva-se ao direito de excluir qualquer animal propriedade ou representado por pessoas que em campeonatos anteriores ou durante o campeonato tenham posto em causa a idoneidade e imparcialidade da entidade organizadora, ou tenham atentado contra os interesses do campeonato, particularmente junto de outras entidades oficiais (exemplo: DIV, DSV, GNR, etc.). Reserva-se também ao direito de vedar o acesso dessas mesmas pessoas à área restrita dos concorrentes.
Artigo 23º - A organização distribuirá a cada criador dois cartões de livre-trânsito para o Chegódromo (criador e acompanhante), válidos para todo o campeonato. O mesmo deverá ser sempre apresentado nos dias das chegas, caso contrário será cobrada a respectiva entrada. Deverá ainda ser conservado e devolvido no acto de levantamento da caução, em caso de extravio serão cobrados 50,00€ de indemnização. As entradas nas chegas serão todas pagas e terão o valor unitário de 5,00€, crianças até aos 10 (dez) anos estão isentas de pagamento.
Artigo 24º - Em qualquer situação, não prevista no presente regulamento, a organização e o júri são soberanos nas decisões que tomarem em prol da defesa dos interesses do campeonato, não havendo lugar a recursos.
A Administração
(Carlos Daniel Silva)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
